sexta-feira, 23 de abril de 2021

Curso - Interpretação do Hemograma

 Olá Gente Boa


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sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Dia do Biomédico - Vídeo com convidados

Vídeo do Homenagem ao Dia do Biomédico - Biomédicos Gente Boa e Convidados ...













domingo, 20 de setembro de 2020

Campanha Biomédicos para Seguir

 Olá pessoal ... 


estamos lançando a campanha "Biomédicos para Seguir"


a ideia é seguir e ter seguidores no Instagram que sejam Biomédicos e Estudantes de Biomedicina, uma forma de se inteirar ainda mais e ganhar seguidores ... 


Bora lá 


só preencher no bit.ly/biomedicosparaseguir


você pode ver no final os usuários cadastrados e também será marcado em publicações oficiais no instagram.com/biomedicosgenteboa




sábado, 9 de maio de 2020

Mouse Pad - Biomédicos Gente Boa

Olá pessoal .. 

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Devido ao período de pandemia, estamos cortando o custo pela metade

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Como faço pra pagar?

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As duas opções acima permitem pagar com diversos meios de pagamento (cartão de crédito, débito, boleto, etc).

Pra quem não tem estes aplicativos, poderá fazer transferência ou depósito no Bradesco, Caixa ou Santander, basta pedir o número da conta clicando aqui: https://bit.ly/MousePad-BGB


 

domingo, 19 de janeiro de 2020

Doador Universal - Mito ou Verdade?

Olá pessoal...
Fizemos uma enquete no nosso Instagram (Instagram.com/biomedicosgenteboa) com a seguinte pergunta: Existe Doador Universal?
79% responderam SIM
21% responderam NÃO

Então, respondendo a pergunta...
NÃO EXISTE DOADOR UNIVERSAL 

Ah, mas me falaram que tem sim! Ah, mas eu doo sangue e sou! Ah, mas o O negativo é o que então? Ah, meu professor falou que tem e pode provar! Etc...

Essas são algumas das frases que escutei. É aceitável tais questionamento quando feitos por pessoas que não são da área da saúde, mas alunos e profissionais da saúde devem entender como isso funciona.

Conceito de Doador Universal: pessoa de um determinado grupo sanguíneo que pode fornecer qualquer hemocomponente para qualquer pessoa.

Conceito de Doação de Sangue: ato de fornecer hemocomponentes para transfusão em pacientes que necessitem de tal hemocomponente para manutenção da vida.

Conceito de hemocomponentes: partes do sangue que são separadas após a doação e direcionadas para estoque em bancos de sangue. Exemplo: Concentrado de Hemácias, Concentrado de Plaquetas, Plasma Fresco Congelado, etc.

Então vamos para a explicação:
Quando um Doador procura o serviço de hemoterapia para realizar a doação, são realizados alguns procedimentos de segurança, como entrevista e determinação do hematócrito (em alguns casos).
É coleta uma bolsa de sangue total, em torno de 500g de material, após isso essa bolsa vai para a fase de fracionamento, onde o sangue é separado por centrifugação em Concentrado de Hemacias e em Plasma Fresco - PFC (que será congelado), em algumas situação, também é separado as plaquetas e outros componentes como crioprecipitados...
Então até aqui o sangue já foi separado em 3 partes...
O concentrado de hemácias segue uma ordem de recepção para ABO e Rh, o PFC segue outra regra e plaquetas segue outra regra.

Vamos ao exemplo do O Negativo:
O Doador O negativo terão suas hemacias O negativo podendo ser recebidas por todos os grupos sanguíneos, mas o seu PFC (que contém Anti A e Anti B) não podem ser recebidas por grupo A, B ou AB, suas plaquetas também não serão recebidas por A, B ou AB.
Ou seja, seu hemocomponentes não podem ser recebidos por todos, então não é um Doador Universal.

Vamos ao exemplo do AB Positivo:
O Doador AB positivo terão suas hemacias AB positivo podendo ser recebidas apenas pelo AB positivo, mas o seu PFC que não tem Anti A e nem Anti B podem ser recebidos por qualquer pessoa independente de seu grupo sanguíneo e suas plaquetas são recebidas por pacientes do grupo AB.

Assim fica fácil entender que não tem como ter um Doador Universal, pois não existe nenhum indivíduo que pode doar todos os seus hemocomponentes para qualquer pessoa, independente do seu grupo ABO e Rh.

Como surgiu esse termo?
Antigamente a transfusão de sangue era feito diretamente retirando sangue de uma pessoa e já colocando em outra. Acontecia que quando o Doador era O negativo, a taxa de mortalidade era menor (morria menos pessoas). Mas lembre que uma pessoa AB recebendo o sangue total de um O, recebia junto uma descarga de Anticorpos Anti A e Anti B...

E aí? Ainda acredita no Conto do Doador Universal?



sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Instagram

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Estamos no Instagram ...

Aê pessoal ...

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Passamos a administrar a página Biomedicina em Foco,

bora seguir e interagir com a gente ...

sábado, 9 de novembro de 2019

Por que usar utensílios de plástico em alimentos quentes faz mal à saúde

Eles liberam substâncias tóxicas quando entram em contato com altas temperaturas, aumentando o risco de câncer e infertilidade



O plástico libera toxinas que fazem mal à saúde. (Teeravit Tevutipong/EyeEm/Getty Images)


Se você utiliza espátulas ou conchas de plástico para cozinhar, aqui vai um conselho: pare imediatamente. Isso porque um estudo alemão mostrou que esses utensílios liberam substâncias químicas nocivas, chamadas de oligômeros, ao entrar em contato com temperaturas acima de 70 ºC.

De acordo com os pesquisadores do Instituto Federal Alemão para Avaliação de Riscos, quando ingeridos em altas doses, esses produtos químicos podem desencadear doenças no fígado e na tireoide. Além disso, eles já foram associados à problemas de infertilidade, câncer e colesterol alto. Os novos dados apontaram que a ingestão de 90 microgramas por dia já é perigosa para a saúde de uma pessoa que pesa até 60 quilos, por exemplo.

Por causa disso, os cientistas recomendam que as pessoas evitem usar utensílios de plástico na preparação de alimentos quentes. A equipe ainda orientou que os governos solicitem aos fabricantes informações sobre a quantidade de oligômeros liberados por seus produtos quando aquecidos para avaliar os perigos que podem representar às pessoas.

Esse não é o primeiro estudo que traz evidências de que os plásticos usados na indústria contêm uma série de toxinas prejudiciais que se infiltram nas refeições. Muitos especialista já recomendam que as pessoas não esquentem comida em utensílios plásticos no microondas.

Fonte: VEJA Saúde

Marcadores séricos e seu papel na doença cardiovascular

Dos biomarcadores inflamatórios, a proteína C reativa (PCR) emergiu como a melhor ferramenta clínica

DOENÇA VASCULAR ATEROSCLERÓTICA

Na última década, as pesquisas começaram a desvendar a associação da cascata de inflamação com o processo de aterosclerose e doença arterial coronariana (DAC). Vários estudos examinaram os aspectos do sistema imune, incluindo moléculas de adesão (ICAM-1 e VCAM-1, E-selectina e P-selectina), citocinas (interleucina-6 e fator de necrose tumoral alfa) e outras proteínas de fase aguda (proteína C reativa, fibrinogênio e amiloide sérica A). Assim, a aterosclerose é considerada também uma doença inflamatória, e não apenas o acúmulo de colesterol.

Proteína C reativa ultrassensível

Dos biomarcadores inflamatórios, a proteína C reativa (PCR) emergiu como a melhor ferramenta clínica para a detecção de risco cardiovascular – poder preditivo e utilidade clínica.

Níveis de PCR estão associados com aumento no risco de doença arterial periférica, infarto do miocárdio, AVC e morte súbita cardiovascular.

A PCR é uma proteína plasmática sintetizada no fígado que funciona como um marcador sensível e dinâmico de inflamação – por exemplo, na presença de citocinas, como as interleucinas. Sua concentração na circulação pode aumentar até 10 mil vezes durante a resposta aguda do organismo a uma infecção ou trauma tissular maior.

Essa proteína praticamente inexiste na circulação de pessoas saudáveis. Portanto, é um marcador inespecífico de inflamação.

A dosagem de PCR ultrassensível foi desenvolvida em 1990 e passou a detectar concentrações séricas de PCR abaixo dos valores normais dos testes prévios. Atualmente, em alguns laboratórios, basta solicitar a PCR que o exame já é realizado pelo método ultrassensível.

Interpretação
- Baixo risco: <1 -="" 0="" 1="" 3="" a="" alto="" de="" dio="" dl.="" m="" mg="" ou="" risco:="">3,0 mg/L ou >0,3 mg/dL.
- Muito alto risco: ≥10,0 mg/L ou ≥1,0 mg/dL.

Diante de valor >3,0 mg/L ou >0,3 mg/dL, é necessário repetir o exame após, pelo menos, duas semanas em estado metabólico estável, livre de infecção ou doença aguda. O menor valor das duas medidas deve ser considerado. Se ≥10 mg/L ou ≥1,0 mg/dL, o resultado pode estar relacionado a risco cardiovascular.

Controvérsias A PCR apresentar pequena melhora na predição de risco, quando comparada aos fatores de risco já estabelecidos, porém pode reclassificar os pacientes de risco intermediário (pelo escore da ATP-III) em baixo, baixo a moderado, moderado a alto e alto risco.

Pode ter um papel causal no desenvolvimento de doença cardiovascular por efeitos biológicos na função endotelial, coagulação, fibrose, oxidação da LDL e estabilidade da placa, mas o uso de estatinas é mais custo-efetivo em indivíduos com PCR elevada.

Conclusão
PCR na prevenção primária:
- Em níveis elevados, a PCR está associada com aumento de risco CV, mesmo na ausência de hiperlipidemia.
- A PCR pode adicionar informação prognóstica – principalmente no risco intermediário.
- A terapia com estatinas reduz os níveis de PCR, independentemente de qualquer efeito nos níveis dos lipídios, e deve ser prescrita pelo julgamento clínico.
- Os dados atuais não justificam usar a PCR no monitoramento terapêutico para avaliar o tratamento.
- A PCR pode ser útil em homens com mais de 50 anos e em mulheres com mais de 60 anos para terapia com estatinas, se LDL-colesterol estiver <130 a="" br="" cardiovascular="" cl="" condi="" contraindica="" cr="" de="" desde="" diabetes="" dl="" doen="" e="" em="" es="" estatinas.="" estejam="" gordura="" hormonal="" importantes="" imunossupress="" inflamat="" mg="" n="" nica="" o="" os="" ou="" pacientes="" que="" redutora="" renal="" reposi="" rias="" s="" tenham="" terapia=""><130 mg/dL, desde que os pacientes não estejam em terapia redutora de gordura, em reposição hormonal ou em imunossupressão e desde que não tenham doença cardiovascular clínica, diabetes, doença renal crônica, condições inflamatórias importantes ou contraindicação às estatinas.

PCR na prevenção secundária: 
<1 -="" 0="" 1="" 3="" a="" alto="" de="" dio="" dl.="" m="" mg="" ou="" risco:=""><130 a="" br="" cardiovascular="" cl="" condi="" contraindica="" cr="" de="" desde="" diabetes="" dl="" doen="" e="" em="" es="" estatinas.="" estejam="" gordura="" hormonal="" importantes="" imunossupress="" inflamat="" mg="" n="" nica="" o="" os="" ou="" pacientes="" que="" redutora="" renal="" reposi="" rias="" s="" tenham="" terapia="">- Não é um marcador necessário para iniciar a terapia.

Fibrinogênio
Essencial na agregação plaquetária, o fibrinogênio está relacionado com depósito de fibrina, com o tamanho do trombo e com o aumento da viscosidade plasmática. Pode ter papel pró-inflamatório, que é mediado pela interação fibrinogênio-leucócito, cuja mediação, por sua vez, cabe às integrinas.

Há dificuldade de utilização desse marcador devido à variabilidade das suas medidas nos testes laboratoriais. Não existe terapia nos estudos clínicos para seletivamente baixar o fibrinogênio e avaliar a eficácia na redução do risco cardiovascular.

Os dados disponíveis na literatura permitem dizer que se trata de um marcador independente de risco cardiovascular, entretanto, devido a problemas analíticos, insuficiente padronização e incertezas em identificar estratégias de tratamento, suas medidas não são recomendadas.

Contagem de glóbulos brancos
Os dados disponíveis são suficientes para afirmar que os glóbulos brancos são marcadores independentes de risco cardiovascular. No entanto, sua medida não é recomendada nesse contexto, pois se desconhece sua utilidade na reclassificação de risco e existem incertezas na identificação de estratégias de tratamento.

Lipoproteina (a), apoB e apoA-I
Esses marcadores não são indicados como triagem. Em pacientes de risco intermediário (10-20%) e com incertezas quanto ao uso de terapias preventivas, a Lp(a) pode ser usada com o escrutínio do médico-assistente. Os benefícios da terapia baseada nas concentrações de Lp(a) são incertos.

A apoB é um bom preditor de risco cardiovascular (pelo menos igual ao LDL), porém é apenas marginalmente melhor que o perfil lipídico padrão.

Homocisteína

Para avaliação na prevenção primária, seu uso é incerto. Estudos com ácido fólico e vitamina B não revelaram benefício ou redução de risco cardiovascular.

Hemoglobina glicada (A1C)
O exame pode ser efetivo para a triagem no diagnóstico de diabetes mellitus (≥6,5%) e para a identificação de pessoas com alto risco para o diabetes (de 5,7% a 6,4%).

Alguns estudos observaram que pessoas sem diabetes, mas com altos níveis de A1C, estavam associadas a aumento no risco de doença cardiovascular.

Esse marcador pode ainda ser usado para reclassificar o risco em escores que utilizam fatores tradicionais e glicose de jejum.

Excreção urinária de albumina
A análise da microalbuminúria na urina está associada a eventos cardiovasculares. Estudos recentes mostraram que essa associação existia em pessoas com e sem diabetes. Entretanto, a padronização entre os laboratórios é subótima.

Em pacientes assintomáticos de risco intermediário, com diabetes e hipertensão, o uso de microalbuminúria é razoável para a avaliação de risco cardiovascular.


INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
Peptídeos natriuréticos
Os peptídeos natriuréticos do tipo B (BNP) e o pró-hormônio N-terminal BNP (NT-pró-BNP) têm papel fundamental na exclusão diagnóstica da insuficiência cardíaca (IC) na sala de emergência pelo seu valor preditivo negativo.
Da mesma forma, o valor prognóstico desses marcadores está bem estabelecido.

Atualmente, eles estão em avaliação para guiar a terapia da IC baseada em níveis de corte preestabelecidos. Não existe um fator de correção para os valores entre BNP e NT-pró-BNP. Sua liberação é influenciada por fatores como sexo feminino, idade avançada, obesidade, presença de insuficiência renal e terapia específica para IC.

MARCADOR DE FASE AGUDA

Troponina ultrassensível


As troponinas cardíacas são proteínas envolvidas no processo de contração das fibras musculares cardíacas. Em condições normais, não estão presentes na circulação sanguínea. As troponinas cardíacas T e I são atualmente consideradas como os marcadores-padrões no diagnóstico da lesão isquêmica do miocárdio.

Recentemente, uma nova metodologia de alta sensibilidade para a dosagem da troponina foi introduzida no laboratório clínico. A vantagem, em relação à metodologia não ultrassensível, está no aumento significativo da sensibilidade diagnóstica numa fase muito precoce da lesão miocárdica, situação que não era factível pelos métodos convencionais.

Para fins comparativos, o método ultrassensível para a dosagem de troponina T é capaz de detectar níveis extremamente baixos de troponina T, da ordem de 0,003 ng/mL, enquanto o método convencional alcançava um limite de detecção ao redor de 0,01 ng/mL.

Na suspeita de infarto agudo de miocárdio (IAM), um resultado normal da troponina T ultrassensível é altamente sugestivo de ausência de IAM (valor preditivo negativo de 99%). Nessas mesmas condições, o valor preditivo positivo do teste é de apenas 50%.


Referências bibliográficas 1. National Academy of Clinical Biochemistry (NACB) Medicine Practice Guideline. Clin Chem 2009; 55(2): 378.
2. 2010 ACCF/AHA guideline for assessment of cardiovascular risk in asymptomatic adults: executive summary: a report of the American College of Cardiology Foundation/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines. Circulation. 2010 Dec 21;122(25):2748-64. Bibliografia
3. Reichlin T e cols. Early diagnosis of myocardial infarction with sensitive cardiac troponin assays. N Eng J Med 2009; 361: 858-67.

<1 -="" 0="" 1="" 3="" a="" alto="" de="" dio="" dl.="" m="" mg="" ou="" risco:=""><130 a="" br="" cardiovascular="" cl="" condi="" contraindica="" cr="" de="" desde="" diabetes="" dl="" doen="" e="" em="" es="" estatinas.="" estejam="" gordura="" hormonal="" importantes="" imunossupress="" inflamat="" mg="" n="" nica="" o="" os="" ou="" pacientes="" que="" redutora="" renal="" reposi="" rias="" s="" tenham="" terapia="">
<1 -="" 0="" 1="" 3="" a="" alto="" de="" dio="" dl.="" m="" mg="" ou="" risco:=""><130 a="" br="" cardiovascular="" cl="" condi="" contraindica="" cr="" de="" desde="" diabetes="" dl="" doen="" e="" em="" es="" estatinas.="" estejam="" gordura="" hormonal="" importantes="" imunossupress="" inflamat="" mg="" n="" nica="" o="" os="" ou="" pacientes="" que="" redutora="" renal="" reposi="" rias="" s="" tenham="" terapia="">
<1 -="" 0="" 1="" 3="" a="" alto="" de="" dio="" dl.="" m="" mg="" ou="" risco:=""><130 a="" br="" cardiovascular="" cl="" condi="" contraindica="" cr="" de="" desde="" diabetes="" dl="" doen="" e="" em="" es="" estatinas.="" estejam="" gordura="" hormonal="" importantes="" imunossupress="" inflamat="" mg="" n="" nica="" o="" os="" ou="" pacientes="" que="" redutora="" renal="" reposi="" rias="" s="" tenham="" terapia="">
<1 -="" 0="" 1="" 3="" a="" alto="" de="" dio="" dl.="" m="" mg="" ou="" risco:=""><130 a="" br="" cardiovascular="" cl="" condi="" contraindica="" cr="" de="" desde="" diabetes="" dl="" doen="" e="" em="" es="" estatinas.="" estejam="" gordura="" hormonal="" importantes="" imunossupress="" inflamat="" mg="" n="" nica="" o="" os="" ou="" pacientes="" que="" redutora="" renal="" reposi="" rias="" s="" tenham="" terapia="">Fonte: https://fleury.com.br/medico/artigos-cientificos/marcadores-sericos-e-seu-papel-na-doenca-cardiovascular

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Epidemia: casos de sífilis aumentam mais de 4 000% em 8 anos no Brasil

O problema não é só no país; por dia, são 1 milhão de novas infecções em todo o mundo

Não é nenhuma novidade que a melhor forma de prevenir doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) é usar preservativos em todas as relações sexuais. Apesar disso, pesquisas mostram que o uso da camisinha vem caindo ao longo dos anos, especialmente entre os jovens. Isso demonstra menor preocupação com esse tipo de doença, que podem oferecer perigos para a saúde. As consequências da rejeição ao preservativo já podem ser vistas: relatório do Ministério da Saúde indica que, entre 2010 e 2018, houve um aumento de 4.157% nos casos de sífilis no país.

Apenas em 2018, foram registrados mais de 246.000 casos entre sífilis adquirida, em gestantes e congênitas. Em relação às mortes, foram 241 – todas devido à sífilis congênita, que ocorre quando a mãe transmite a doença para a criança durante a gestação. Em comparação com 2017, esses números representam aumento de 25,7% nos casos em gestantes, 28,3% na adquirida e 5,2% na congênita.

Esse não é um problema só no Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), diariamente ocorrem 1 milhão de novas infecções em todo o mundo. Os dados são preocupantes já que a presença de DSTs aumentam em até 18 vezes o risco de uma pessoa ser infectada pelo HIV, doença para a qual, apesar de existir tratamento, ainda não há cura.

Para especialistas, a queda no uso da camisinha tem duas causas principais: a ausência de campanhas de prevenção aliada a uma geração que não conviveu com o retrato da Aids da década de 1980 e, por causa disso, subestima o valor da prevenção. Com intuito de mudar essa realidade, o Ministério da Saúde lançou uma campanha contra DSTs.

Saúde - Sífilis

Sífilis

A sífilis é causada pela bactéria Treponema pallidum. Trata-se de uma doença infecciosa de contato que pode ser transmitida por relação sexual sem camisinha e por transfusão de sangue (sífilis adquirida), além de mãe para feto durante a gestação (sífilis congênita).

Os sinais e sintomas variam de acordo com o estágio da doença. Na primeira fase, é possível notar o surgimento de lesões e úlceras nos órgãos genitais, que não costumam causar dor, o que pode fazer com que não sejam percebidas. Na segunda fase, surgem manchas vermelhas na pele, inclusive nas mãos e nas plantas dos pés. Na terceira fase, a doença entra em período de latência e pode ficar assim por anos.

A sífilis tem cura e o tratamento é feito por meio da aplicação de penicilina benzatina, que está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Quando não tratada, a sífilis pode causar comprometimentos sérios do sistema nervoso central, com alterações neurológicas (quadros de demência), auditivas, oculares, cardíacas e ósseas.

Se desconfiar que tem alguma DST, procure um serviço de testagem; os resultados dos exames geralmente levam menos de 30 minutos para ficarem prontos.

Fonte: VEJA Saúde

 
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