quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Biomédicos Gente Boa é algo sério!

Olá pessoal ...

nos últimos dias, alguns grupos de biomédicos e estudantes de biomedicina foram criados em todos Brasil pelo projeto União do Professor Fredson (referência em ensino em todo país), algo revolucionário que sugeria a união para uma mobilização de melhorias para a profissão de biomédico assim como para o sistema de ensino das áreas da biomedicina, uma ótima ideia.

Acontece que a boa intenção do criador foi aceita por muitos, mas como em conversa particular com o Professor, eu disse que uma reunião tão grande abre portas para "baderneiros" e "revolucionários".

Enfim, após o professor esclarecer sobre o objetivo alcançado do projeto União e a finalização dos grupos estaduais do citado projeto, os moderadores do Grupo SP e o do Grupo MG, sem o conhecimento do professor (que é nosso parceiro e ajudamos na divulgação de suas ideias) citaram o Site Biomédicos Gente Boa como FAKE, cobrei explicações sobre como chegaram nesta conclusão e me excluíram dos dois grupos ...

O Biomédicos Gente Boa nos últimos 4 anos tem ajudado uma infinidade de estudantes e profissionais biomédicos através da disponibilidade de livros, aulas e artigos que somam hoje mais de 7 mil arquivos.

Através dos grupos do WhatsApp, um somente para estudantes, um somente para profissionais formados e um grupo geral tem tirado dúvidas e ensinado muito neste últimos anos.

Então se você ainda não conhece, na seção Downloads - Livros / Documentos você encontra os mais de 7 mil arquivos disponibilizados com a ajuda de todos.

E na seção de grupos de WhatsApp você encontra vários grupos de vários assuntos, incluindo os Grupos ACB que são os mais conhecidos e sérios do país.

Muito obrigado e continuem conosco .... 



segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

O que é a Síndrome de Lynch?

O que é a Síndrome de Lynch, a rara condição genética que pode ser a causa de câncer hereditário

Sempre suspeitei que o câncer de cólon que matou meu pai, aos 50 anos, era de origem hereditária.
Minha avó, mãe dele, também tinha morrido de câncer com uma idade parecida. Eu tinha nove anos na época e me recordo claramente da última coisa que ela me falou: "Ah, não vou ver você crescer".
Quando meu pai foi diagnosticado com a doença no início dos anos 1980, aos 42 anos, pensei que todos nós estávamos condenados a padecer do mesmo mal.

Fizemos de tudo para salvá-lo. A princípio, o câncer foi controlado, mas voltou anos mais tarde. E, apesar da quimioterapia e de todos os outros tratamentos, ele sucumbiu à doença.
Lembro que ele me disse um pouco antes de morrer: "Achei que conheceria meus netos". E as palavras da minha avó também ecoaram em meus ouvidos.


O câncer à espreita
Desde então, existe uma campanha permanente da minha mãe para que nós, seus filhos, façamos exames de colonoscopia periódicos com o objetivo de detectar a tempo possíveis pólipos malignos.

Quando, há pouco mais de um ano, minha irmã mais nova encontrou um tumor, também no cólon, senti pena dela.

Minha pobre irmã, que já teve sua cota de acontecimentos ruins na vida, agora também tinha que conviver com as consequências desse diagnóstico. E comecei a me preocupar: "Quando vai chegar minha vez?".

Por sorte, o câncer dela foi detectado a tempo - e a doença parece estar sob controle.
Mas, além disso, ela fez um exame e descobriu que tem uma condição genética rara: a Síndrome de Lynch.


Mutação rara
O médico Francesc Balaguer, um dos principais especialistas no assunto na Espanha, diz que a síndrome é uma predisposição hereditária a uma série de tipos de câncer, mas especialmente de cólon, do endométrio e do útero.

"Hereditária no sentido de que a pessoa nasce com alterações nos chamados genes reparadores do DNA, o que leva ao desenvolvimento de tumores", explica Balaguer.

Sue Green, da organização britânica de combate ao câncer MacMillan Cancer Support, diz que essa síndrome é a principal causa do câncer de cólon hereditário.

Quem sofre desse mal tem 80% de chance de desenvolver câncer de cólon, em comparação com 2% da população em geral. E uma probabilidade de 70% de ter câncer de útero, segundo a organização.
Balaguer destaca também a propensão a outros tipos de tumores - nos ovários, no estômago, no pâncreas e nos sistemas urinário e biliar -, mas estes são bem menos frequentes.

Uma das características é que o câncer surge precocemente em relação à média de idade de outros pacientes: aos 40-50 anos entre os que sofrem da Síndrome de Lynch.

"Ou seja, se um câncer de cólon é descoberto em alguém mais jovem do que de costume, sempre devemos suspeitar que esse mal pode estar por trás", afirma Balaguer.

Estima-se que entre 2% e 3% dos casos de câncer de cólon estejam ligados à síndrome e, "levando em conta que esse tipo de tumor é mais frequente em países em desenvolvimento, os números absolutos são consideráveis".


Quando acontecerá comigo?
Eu nunca tinha ouvido falar dessa síndrome. Comecei a investigá-la e descobri outros casos no Reino Unido, onde moro.

O mais famoso foi o do jovem Stephen Sutton, que morreu aos 19 anos. Ele tinha um blog que ficou muito conhecido em seus últimos dias e arrecadou fundos para vítimas de câncer.

Sutton não foi diagnosticado a tempo, porque os médicos não suspeitaram que alguém tão jovem poderia ter câncer de cólon.

Segundo Balaguer, "o subdiagnóstico é um dos principais problemas enfrentados com a Síndrome de Lynch".

"Existe um exame relativamente simples, que analisa as proteínas presentes no tumor, para identificar a síndrome em pacientes pertinentes, mas, lamentavelmente, muitas vezes ele não é feito, o que leva a muitas mortes por câncer que poderiam ser evitadas."

Com a informação básica em mãos, me consultei com um médico, que me pediu para fazer um exame genético. A especialista que me atendeu no Guy's and St Thomas' Hospital, em Londres, me explicou do que se tratava a doença e quais seriam minhas opções.

Se fosse portadora da síndrome, deveria me submeter a colonoscopias a cada dois anos pelo menos e teria a opção de retirar meu útero e ovários, além de passar por um procedimento que mata uma bactéria associada ao câncer de estômago.

Esperei pelo diagnóstico por várias semanas com a convicção de que tinha a alteração genética e me preparando para tomar decisões muitos difíceis.

Por sorte, deu negativo. A reação foi de alívio, é claro, mas também de tristeza pela minha irmã e de preocupação com meus outros irmãos que ainda precisam fazer o exame.


E, com isso, desenvolvi uma consciência maior sobre um problema que, se diagnosticado a tempo, pode ser a chave para salvar muitas vidas.

Fonte: BBC.com

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Estudo relaciona excesso de energético a novos males na saúde

Estudo relaciona excesso de energético a novos males na saúde

Uma revisão de estudos publicada na Frontiers in Public Health apresentou novos malefícios do consumo exagerado de bebidas energéticas. Seus efeitos negativos para o sono, ganho de peso e a pressão arterial já eram conhecidos, mas agora o energético também está ligado a vícios, problemas na saúde mental, aumento no risco de diabetes, apodrecimento de dentes e danos no rim.

A quantidade de malefícios do consumo excessivo da bebida é alarmante, e apesar de suas causas ainda não serem totalmente certas, um conhecido vilão é indicado como o responsável: o açúcar. Os energéticos costumam conter uma altíssima quantidade do adoçante, chegando em até 54 g por latinha de 500 ml. Esse número ultrapassa as recomendações diárias da Organização Mundial da Saúde, que indica um consumo de 50 g de açúcar em uma dieta de 2000 kcal por dia.

Uma entrada tão violenta da substância no organismo pode criar certa resistência à sua absorção, já que o pâncreas precisa produzir uma cada quantidade cada vez maior de insulina e, eventualmente, não conseguirá lidar com tanta glicose, viabilizando uma diabetes tipo 2. Altos níveis glicêmicos também podem prejudicar os vasos sanguíneos e nervos, justificando os problemas de rim encontrados na pesquisa.

Um estudo realizado na Coreia do Sul aponta para os danos que a cafeína pode causar, e encontrou laços entre ela e casos de depressão, ansiedade, estresse e insônia. Uma latinha de energético contém, em média, 207 mg da substância – mais da metade do que é considerado “seguro” pelos cientistas coreanos.


A nutricionista Cristiane Perroni endossa os riscos de se consumir bebidas energéticas em excesso, relembrando que sua mistura com o álcool pode ser ainda mais perigosa. Ainda assim, ela não proíbe a ingestão do produto antes do treino: “Não os vejo como vilões se forem utilizados para o objetivo proposto (antes do exercício) e na quantidade devida (uma dose)”.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Hidratação: beber água demais faz mal à saúde?

Hidratação: beber água demais faz mal à saúde?


 Que a hidratação é de extrema importância você seguramente já sabe. Quem corre se depara com com uma série de recomendações para beber bastante água, sobretudo durante e após a prática de exercícios físicos. Mas o que acontece se colocarmos no nosso corpo mais líquido do que necessitamos?

Beber água demais faz mal?


Por que bebemos 2,5 litros de água?
A disseminação da ideia de que beber muita água por dia é necessário começou em 1945, quando o National Research Council, instituto norte-americano de pesquisas científicas, publicou um artigo aconselhando que um adulto deve ingerir oito copos do líquido por dia, algo em torno de 2,5 litros.

O instituto, no entanto, não levava em consideração que o organismo também aproveita outras fontes de água. A melancia, o alface e o tomate, por exemplo, contam com mais de 90% de água em suas composições.

Em 2002, o pesquisador Heinz Valtin decidiu revisar a literatura sobre o assunto na revista American Physiological Society com o artigo “Beba menos de oito copos de água por dia”.


Faz mal?

Uma de suas conclusões é que não existia documentação científica que apoiasse a recomendação para beber em média 2,5 litros de água por dia. Além disso, beber água demais, principalmente em um curto espaço de tempo, pode provocar a hiponatremia, uma diminuição na concentração de sódio na corrente sanguínea.

Cada litro de suor eliminado durante a prática de atividade física faz com que o corpo perca aproximadamente um grama de sódio. Beber grandes quantidades de água pode diluir o sódio presente na corrente sanguínea e levar a um quadro de hiponatremia.
Em entrevista ao jornal espanhol El País, Lluís Serra-Majem, membro do Centro de Investigação Biomédica em Rede e diretor de Estudos Avançados em Hidratação da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, diz que “não é certo que consumir mais água do que o recomendado ajude a emagrecer ou melhore a saúde”.

Segundo ele, tudo depende de um fator simples: a sede. Respeitar o que o corpo perde é um bom caminho. “Tudo depende da sede. O ser humano sobreviveu dos primórdios até o século XXI bebendo apenas por necessidade. Agora bebemos porque temos mais acesso à informação e pensamos em um determinado número de copos de água por dia”, completou.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Tatuagens podem alterar a transpiração e os níveis de sódio do seu corpo, diz estudo

Tatuagens podem alterar a transpiração e os níveis de sódio do seu corpo, diz estudo


Encarada como um grande tabu nas décadas anteriores, a tatuagem já não é mais acompanhada pelo estereótipo marginal de outrora. Há quem diga que não leva muito tempo para que o diferente seja aquele com a pele intacta, não o contrário.

Dados do Sebrae comprovam a popularidade altíssima da tatuagem no Brasil: entre 2009 e 2012, o ramo das agulhas e do piercings cresceu 413%.
Embora a procura por tatuagens seja comum e os pigmentos na pele, cada vez mais aceitos, gravar um desenho no corpo pode ter consequências negativas. A tinta altera o sistema de resfriamento natural do corpo, fazendo com que o indivíduo transpire menos e perca mais sódio, elemento essencial para as trocas celulares. A transpiração, vale lembrar, serve para equilibrar o corpo com o meio externo e ajuda a eliminar substâncias tóxicas.

Um estudo do departamento de fisiologia do Alma College, em Michigan, nos Estados Unidos, investigou qual era a interferência das agulhas no funcionamento das glândulas sudoríparas (de 3 a 5 milímetros abaixo da camada superficial da pele).

Dez voluntários saudáveis, com média de idade de 21 anos e tatuagens nos braços, ombros ou costas de pelo menos 5,2 centímetros quadrados se submeteram a testes para avaliar se existiam alterações no nível de suor. A única condição era que, no canto oposto, a pele não tivesse nenhuma tatuagem (o braço direito tatuado; o esquerdo, não, por exemplo).

Nas áreas tatuadas, 0,18 miligramas de suor por centímetros quadrados foram produzidas por minuto, enquanto 0,35 miligramas foram registrados na pele sem tinta.


A concentração de sódio também foi preocupante: nove entre os dez participantes tiveram teor de sódio maior na transpiração das áreas tatuadas do que nas limpas.   

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Cuidados no Carnaval: como não comprometer seu corpo e seus treinos

Cuidados no Carnaval: como não comprometer seu corpo e seus treinos

Euforia no começo e cinzas ao final. Seja nos tradicionais bloquinhos ou em alguma praia do litoral, o Carnaval costuma vir acompanhado de um tridente que enche o brasileiro de alegria, mas que cobra o seu preço e castiga o corpo de qualquer um: poucas horas de sono, má alimentação e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados no Carnaval.

Para que a sua celebração não deixe, na quarta-feira de cinzas, uma sensação de terra arrasada – ganho de peso ou queda de rendimento nos treinos, por exemplo –, Ativo.com consultou uma equipe de fisiologistas, nutricionistas e treinadores para te ensinar alguns cuidados no carnaval para que você curta a festa com o equilíbrio necessário para não comprometer o seu corpo.

Cuidados no Carnaval: a desidratação no seu corpo após uma bebedeira intensa
Diego Leite de Barros, fisiologista do HCor, alerta para o grande poder de desidratação que tem a bebida alcoólica. Exagerar na cerveja diminui a produção do hormônio antidiurético, encarregado de regular a perda de água no corpo.

Com isso, as pessoas eliminam mais água e urinam mais vezes. Ao mesmo tempo, o álcool, principalmente aliado às altas temperaturas, acelera a produção de suor, gerando ainda mais desidratação.

Como 80% da massa muscular é constituída por água, você já deve imaginar de onde surgem aquelas dores no corpo no dia seguinte a uma bebedeira intensa. A ressaca, associada a náuseas, dores de cabeça, tontura e muita sede, nada mais é do que um reflexo da desidratação provocada pela bebida alcoólica.

Além de diminuir a disposição para a prática de exercícios físicos e aumentar a retenção de líquido – sobretudo nas mulheres, que sentem mais o inchaço –, o álcool inibe a síntese proteica, uma das responsáveis pelo aumento de massa muscular e de força.

“Sei que não dá para simplesmente falar para que não bebam em uma época como essa, mas é preciso ter alguns cuidados no carnaval. Então recomendo que intercalem os goles de cerveja com um outro de água”, fala Barros.

Pouco sono aumenta a busca por alimentos gordurosos
Estar rodeado de amigos e familiares em um ambiente festivo faz com que muita gente durma pouco. As consequências disso vão além da sensação de cansaço. Muito tempo de folia e sono escasso aumentam a busca por alimentos calóricos e gordurosos.

Por mais saudável que seja sua rotina no dia a dia, se você bebeu e dormiu pouco em um dia de Carnaval, o que vem na sequência pode colaborar para o ganho de peso. A chance de você procurar por hambúrgueres e batatas fritas é maior do que a de optar por algo mais leve.

“Quando a pessoa está privada de sono, a tendência é que ela procure alimentos mais calóricos no dia seguinte. Estudos mostram que a ingestão energética em uma pessoa que dormiu pouco é maior. Ela tem mais vontade de consumir alimentos ricos em gordura, em açúcar. Isso pode afetar a composição corporal”, diz a nutricionista Natália Vilela Silva Daniel, mestre em ciências da saúde pela Unifesp.

Os riscos de ganhar peso e jogar seus treinos no lixo
Barros diz que grandes danos ao condicionamento físico de um atleta amador dificilmente serão notados após cinco dias de desequilíbrio na alimentação e no sono. A perda de capacidade cardiorrespiratória costuma surgir após dez dias de deslizes, como indicam as sempre polêmicas férias de jogadores de futebol. Isso, no entanto, não quer dizer que sua performance no esporte não vá cair. Sem tomar alguns cuidados no Carnaval, a possibilidade de ganhar peso e comprometer a parte muscular é real.

“Quanto mais treinada for uma pessoa, mais rápido ela readquire condicionamento físico. Quanto menos treinada, mais ela demora para voltar. É como se a pessoa bem preparada fisicamente tivesse uma espécie de condicionamento reserva”, afirma Gustavo Barquilha, fisiologista e preparador físico da Integralmédica.

Os casos de mal súbito e o que não comer durante a folia
Acumular pouco sono, uma quantidade excessiva de bebida alcoólica, alimentação inadequada e muitas horas de pé em estado de euforia nos bloquinhos pode cair como uma bomba para o seu corpo. Barros cita que os casos de mal súbito são rotineiros no carnaval. Mesmo em pessoas aparentemente saudáveis, trata-se uma perda de consciência que se manifesta de repente e que costuma ser desencadeada por arritmias cardíacas.

Para não “apagar” em pleno Carnaval devido à falta de energia, tente não fugir tanto de suas refeições habituais. Comer muito antes de ingerir bebida alcoólica embrulha o estômago, mas ingerir menos nutrientes que o necessário pode frustrar seus planos para a folia. Mesmo nos bloquinhos, evite grandes intervalos sem se alimentar. Caso esteja na praia, não consuma iogurtes, sanduíches de frango e de patês, queridinhos dos ambulantes que circulam pelas areias. Opte por alimentos que não necessitam de uma temperatura controlada.

Como deve ser feita a volta aos treinos após o Carnaval
Vinte minutos de atividade física são suficientes para eliminar as toxinas durante o feriado, garante o personal trainer Éden Carlos. Mesmo uma caminhada diária ajuda a amenizar os danos ao corpo.

“Cada preparador físico recomenda um tipo de treinamento aos seus atletas. Eu treino os meus alunos de forma intensa antes do carnaval. Depois eu diminuo o ritmo. Durante o o carnaval, quero que eles tenham o mínimo de treino. A minha forma de trabalhar é não falar para que nenhum aluno meu deixe de viver. O período do Carnaval pode ser uma fase recuperativa. Se um atleta teve um carnaval mais moderado, ele já pode voltar aos treinos em seguida de forma intensa, já que está pronto para essa fase. Se o carnaval for intenso, com alimentação ruim, pouco descanso, acabo criando um período de adaptação”, explica Barquilha.

Fonte: Ativo.com

domingo, 7 de janeiro de 2018

Fazer exercício melhora o desempenho sexual, aponta estudo

Fazer exercício melhora o desempenho sexual, aponta estudo

Diminuição do risco de doenças, fortalecimento de ossos, controle do peso e melhora na circulação sanguínea estão entre os benefícios gerados pela prática de atividade física. Mas você sabia que fazer exercício melhora o desempenho sexual?

Essa foi a constatação de um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine, que dividiu 295 pessoas em quatro grupos para provar sua tese. O critério para a separação foi a carga horária de exercícios físicos praticados por cada um na semana: menos de 3 horas, entre 3 e 9 horas, de 9 a 18 horas e mais de 18 horas.


Os pesquisadores observaram que aqueles que se exercitavam de forma mais intensa (acima de 18 horas semanais) tinham melhores ereções e desempenho sexual mais elevado.

Não foi a primeira vez que um estudo associa o exercício físico ao aumento do rendimento sexual. Uma investigação do Electronic Journal of Human Sexuality mostrou que homens e mulheres que praticam atividade física de forma assídua tinham relações sexuais mais satisfatórias.

Mulheres e homens consultados que faziam exercício três vezes ou mais por semana certificavam que a qualidade de suas relações era superior à da média. Ao passo em que a quantidade de exercício aumentava, o mesmo acontecia com o apetite sexual e a satisfação durante o ato.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Saúde: por que os japoneses vivem mais?

Saúde: por que os japoneses vivem mais?


Em 2016, o Japão voltou a bater o recorde mundial em habitantes centenários. São mais de 65 mil japoneses acima dos 100 anos – a maioria deles na ilha de Okinawa, apontada pelo pesquisador e palestrante Dan Buettner como uma das zonas mais longevas do planeta.

Mas por que os japoneses vivem mais?
O que comem?
Como se exercitam durante a terceira idade?

No livro “O método japonês para viver 100 anos”, a jornalista Junko Takahashi reúne testemunhos de japoneses centenários para entender como ter uma velhice saudável e com qualidade de vida – e descobrir por que os japoneses vivem mais.
Uma parte do segredo reside na alimentação e na prática de exercícios físicos. Confira abaixo:



Comer somente o necessário

De acordo com dados da CIA World Factbook, a taxa de obesidade no Japão é só de 5%, contra 33% nos Estados Unidos, 26% na Espanha e 20% no Brasil. A alimentação no país asiático costuma ser rica em carboidratos procedentes de vegetais e baixa em lipídios (gorduras).
Japoneses seguem à risca uma das principais regras para não engordar: combinar os hidratos de carbono com proteína. Cada japonês consome em média 53,68 kg de peixe por ano, mais que o dobro dos Estados Unidos.
Takahashi observa que comer sem pressa e sem exageros ajuda o povo japonês a manter a boa forma. Comer de forma mais lenta, mastigando bem, fazendo três refeições ao dia e sem encher todo o estômago é outra forma de evitar problemas com a balança por lá. Há um antigo ensinamento asiático, o hara hachi bu, que defende a ideia de que devemos preencher somente 80% da capacidade do estômago.

A nação do alongamento conjunto

A atividade física contínua evita a fragilidade extrema em idosos. Trata-se de uma maneira de contribuir para que os músculos não atrofiem. Explica, também, por que os japoneses vivem mais.
Embora uma parcela dos japoneses continue fazendo exercícios depois dos 70 anos, movimentar o corpo é algo comum por lá desde a juventude. Há uma tradição local de fazer alongamentos pela manhã, antes de trabalhar. São exercícios simples e rápidos, que melhoram a flexibilidade, aceleram o metabolismo, ajudam na circulação sanguínea e, consequentemente, ajudam a emagrecer.
Um importante grupo de comunicação do país, a NHK, lançou, em 1928, um programa matinal de rádio que mobiliza o povo a fazer uma ginástica padronizada.
Em quase 90 anos, os exercícios do Rádio Taiso sofreram poucas alterações. A música que embala a ginástica é exatamente a mesma. O alongamento é comum até nas fábricas do país, mesmo em setores que não envolvem questões físicas.

Cabeça ocupada

Japoneses vivem mais porque continuam ativos na terceira idade, seja trabalhando ou com atividades que mantêm suas cabeças ocupadas. Hobbies ao ar livre, como esportes e jardinagem, ajudam na absorção de vitamina D, importante para que o cálcio seja assimilado pelo corpo e para afastar o risco de sofrer com a osteoporose.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Atividade física na gestação: conheça os riscos e benefícios

Atividade física na gestação: conheça os riscos e benefícios


A atividade física na gestação é uma prática muito recomendada por ginecologistas e obstetras, mas não é todo tipo de exercícios que grávidas podem fazer.

Um estudo realizado por cientistas da Universidade do Sul da Dinamarca, por exemplo, mostra que esportes de alta intensidade e jogos com bolas triplicam os riscos de interrupção da gestação. O perigo observado pelos pesquisadores dinamarqueses se estende às mulheres que se exercitam mais de sete horas por semana.

No entanto, quando praticada de forma moderada, a atividade física na gestação é vista não só como forma de prevenção de complicações da gravidez — a exemplo da diabetes gestacional, que acomete cerca de 4% das mulheres grávidas –, como também pode estimular o parto normal, reduzindo as chances de ter de recorrer à cesárea

A prática de exercícios durante a gestação, principalmente quando está aliada a uma dieta balanceada e rica em nutrientes, também pode ajudar no desenvolvimento do feto, garantindo que ele cresça de forma saudável dentro do útero.

Qual atividade física na gestação é recomendada?
Alongamentos, hidroginástica e exercícios de baixa intensidade são sugeridos para que as mulheres grávidas não tenham riscos e cheguem saudáveis à reta final da gestação. O ganho excessivo de peso costuma ser um dos maiores receios das gestantes, e neste sentido a prática de atividade física pode ser muito útil e trazer ótimos resultados.

Segundo os médicos, é normal ter um acréscimo de 12 a 14 kg durante a gravidez, mas alguns exercícios leves podem ajudar no controle do ganho de peso, além de contribuir para o fortalecimento muscular – principalmente na hora de evitar dores nas costas – e na diminuição do inchaço no corpo.

“A mulher não deve se tornar atleta durante a gravidez. Os exercícios dependem do grau de condicionamento em que ela se encontra. Atividade física na gestação é viável do limiar de exercício que ela está fazendo para baixo”, diz Guto Tomé, personal trainer da Fitsport, academia localizada em São Paulo.

Exercícios de alta intensidade, ainda segundo o instrutor, devem ser evitados. Para se ter uma ideia, Kim Kardashian, ícone da moda e referência para milhões de jovens mundo afora, foi levada às pressas a um hospital de Los Angeles no início de 2013 com medo de ter sofrido um aborto e recebeu dos médicos a recomendação de que pegasse mais leve na prática de atividade física.

O pilates e a ioga, apesar de terem ganhado fama nos últimos anos pelos benefícios à postura, costumam ser recomendados apenas para as mulheres que já os praticava antes da gravidez, uma vez que forçam o abdômen e podem representar um esforço físico desnecessário para quem não está habituada.

Fonte: Ativo.com

 
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