terça-feira, 25 de dezembro de 2018

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sábado, 13 de outubro de 2018

Entenda como o ciclo menstrual afeta positivamente o cérebro das mulheres

Logo após a menstruação, as mulheres têm melhor senso espacial. Três semanas depois, as habilidades verbais estão no auge. O ciclo mensal de fato muda o cérebro - mas não da maneira que você pensa.



No começo, havia a "histeria". Dos médicos mágicos do Egito Antigo aos filósofos barbudos da Grécia Clássica, homens refletiram por milênios sobre essa condição. Os sinais reveladores eram extremamente amplos, incluindo ansiedade e fantasias eróticas, mas uma coisa era clara: só acontecia com as mulheres.

Platão acreditava que a histeria era causada pelo ventre de luto, que ficava triste quando não estava carregando um bebê. Seus contemporâneos disseram que isso surgia quando o órgão perambulava e, assim, acabava ficando preso em diferentes partes do corpo. Esta última crença persistiu até o século 19, quando o transtorno foi notoriamente tratado ao levar as mulheres ao orgasmo com os primeiros vibradores.

Até hoje, a noção de que a biologia feminina pode confundir seu cérebro é uma marca da cultura popular. Se a mulher está mal-humorada, perguntam-lhe se está na TPM; se está excitada sexualmente, dizem-lhe que deve estar ovulando.

Isso até tem fundamento - algumas mulheres realmente se sentem mais ansiosas e irritáveis durante o período menstrual, e é verdade que ficamos mais motivadas ao sexo quando o óvulo é liberado. (Mas claro, isso não quer dizer que os sintomas possam sempre, ou normalmente, ser explicados dessa maneira; é importante lembrar que a tendência de atribuir queixas de mulheres a condições como "histeria" pode ter consequências perigosas).

Impacto positivo

Mas o que não é muito conhecido é que o ciclo menstrual pode afetar o cérebro da mulher também de maneiras positivas.

Certas habilidades, como a noção espacial, melhoram logo depois da menstruação. Três semanas depois, elas estão significativamente melhores na comunicação - e, estranhamente, com mais capacidade de dizer aos outros que sentem medo. Por fim, durante parte do ciclo menstrual, o cérebro delas está inclusive maior. O que está acontecendo?

Em vez de úteros desgarrados, a principal fonte dessas mudanças são os ovários, que liberam estrogênio e progesterona em diferentes quantidades ao longo do mês. Os hormônios têm principalmente a função de engrossar a parede do útero e decidir quando liberar o óvulo. Eles também têm efeitos profundos no cérebro e no comportamento da mulher.

Cientistas têm estudado o ciclo menstrual desde 1930. É um tema de pesquisa surpreendentemente popular. E agora sabemos que ele provoca vários efeitos peculiares, desde influenciar a capacidade de uma mulher de deixar de fumar até os tipos de sonhos que ela tem a cada noite.

Mas essa montanha de conhecimento não nasceu de um fascínio pela biologia feminina. Em vez disso, foi estimulado por um desejo de entender as formas nas quais homens e mulheres são diferentes - e os porquês.

Um exemplo dessa diferença está no cérebro. As diferenças físicas entre os sexos se estendem até esses órgãos enrugados, e cientistas suspeitaram por anos que isso ocorre por conta dos hormônios. "Nós basicamente saltamos sobre essas flutuações naturais de hormônios sexuais", diz Markus Hausmann, neurocientista da Universidade de Durham, no Reino Unido. "Essas variações podem surgir do ciclo menstrual nas mulheres, ou das flutuações sazonais nos níveis de testosterona nos homens. É uma experiência natural completa."

Habilidades sociais

Uma forma na qual mulheres diferem é que elas têm habilidades sociais mais desenvolvidas. Têm mais empatia e teoria da mente - a compreensão de que outros humanos devem ter perspectivas diferentes da nossa. Elas têm melhores habilidades de comunicação. Acredita-se que isso é parte da razão pela qual meninos têm quatro vezes mais chances de serem diagnosticados com autismo; as meninas são melhores em distinguir seus sintomas.

"As mulheres falam antes que os homens, elas são mais fluentes verbalmente, são até melhores em ortografia que homens", diz Pauline Maki, psicóloga da Universidade de Illinois, em Chicago.

Acredita-se que essa vantagem social evoluiu porque, há milhares de anos, mães articuladas eram melhores em transmitir informações vitais às crianças - tais como não comer certas plantas venenosas.

Mas há hormônios envolvidos? E se sim, quanto?


Equilíbrio hormonal

Em 2012, junto a colegas do Centro de Pesquisa de Gerontologia de Baltimore, Maki começou a investigar como a flutuação dos níveis de estrogênio afeta as habilidades das mulheres ao longo do ciclo menstrual. Cada participante foi avaliada duas vezes: uma logo após a menstruação, quando os níveis de estrogênio e progesterona estavam baixos, e outra uma semana após a ovulação, quando esses níveis estavam altos.

Era um estudo pequeno, envolvendo 16 mulheres que tiveram que completar uma séries de testes mentais. Mas os achados são impressionantes.

Durante os dias em que as participantes tinham mais hormônios femininos no organismo, elas ficavam piores em itens nos quais homens costumam ser bons (como senso espacial) e muito melhores em características que tendem ser mais pronunciadas em mulheres (como a habilidade de usar novas palavras). Quando os níveis de hormônios estavam baixos, o senso espacial era recuperado.

Uma habilidade que melhorou quando a concentração de hormônios femininos era maior foi a "memória implícita", que Maki descreve como uma memória inconsciente e sem esforço. Ela dá um exemplo usando palavras com grafias e pronúncias similares em inglês: fare (tarifa) e fair (justo). Maki questiona: "se eu perguntasse qual foi sua última tarifa (fare) no Uber, foi menor ou maior que a tarifa do Lyft?" e depois perguntasse "como se soletra tarifa (fare)"? As pessoas provavelmente soletrariam tarifa (fare) em vez de justo (fair) porque em algum lugar no cérebro essa palavra foi codificada.

Essas memórias implícitas são importantes para o desenvolvimento das habilidades de comunicação. Elas são a razão por que usamos palavras desconhecidas ou expressões como "ele é tão obstinado", depois de ouvir alguém usá-las ou lê-las em algum artigo.

Como resultado, Maki pensa que essas mudanças mensais foram estimuladas principalmente pelo estrogênio.

O hormônio afeta duas regiões vizinhas do cérebro. A primeira é o hipocampo, responsável por guardar as memórias. Evidências vêm mostrando que essa região é vital para as habilidades sociais, já que lembrar suas próprias experiências pode ajudar a entender as motivações dos outros. A região fica maior a cada mês quando mais hormônios femininos estão fluindo.


A segunda é a amígdala, que ajuda a processar emoções, especialmente o medo e a decisão de "lutar ou correr". O que intriga é que a amígdala também é crucial para evitar deslizes sociais, porque entender por que a pessoa tem medo - e decidir se deveríamos tê-lo também - requer que olhemos o mundo a partir de sua perspectiva. Quando se tem essa habilidade, é possível usá-la em sua vantagem de outras formas, como fazendo julgamentos morais e contando mentiras.

A habilidade das mulheres de reconhecer medo aumenta juntamente aos níveis de estrogênio. Se o hormônio é responsável por essa percepção, ele também pode ajudar a explicar por que as mulheres tendem a ter melhores habilidades sociais em geral. A hipótese se apoia no fato de que mulheres com baixa produção de estrogênio não são boas em reconhecer o medo e tendem a ter poucas habilidades sociais.

Maki acha que a maior parte dos efeitos dos ciclos menstruais têm sobre nossas mentes são um simples acidente. Por anos, pesquisadores pensaram que mudanças mensais têm uma vantagem evolutiva, como as descobertas amplamente divulgadas de que mulheres preferem homens mais simétricos e masculinos quando estão em seu período mais fértil. Mas isso não é exatamente verdade - vários estudos de larga escala não conseguiram comprovar essa relação.

Poder do cérebro
Mas independente do motivo de sua ocorrência, a transformação mensal do cérebro das mulheres poderia ser uma vantagem.

A razão está em outra grande diferença entre cérebros masculino e feminino. O último tende a ser menos "lateralizado" - em vez de usar um lado do cérebro para completar uma tarefa, como resolver um problema de matemática, mulheres são mais propensas a usar ambos.

Essas divisões de direita-esquerda são relativamente estáveis. "Mais pessoas mostram um efeito lateralizado quando se trata das mãos", diz Hausmann. "Então, por exemplo, eu sou destro. Isso nos diz sobre onde a linguagem está localizada em meu cérebro. Mais destros têm a linguagem localizada no lado esquerdo do cérebro do que os canhotos". Essa especialização parece ser útil, já que a maioria das espécies - de peixes pulmonados (como uma enguia) a lagartos - têm cérebros desenvolvidos dessa forma.


A razão pela qual os cérebros das mulheres são assim é um grande mistério. Mas isso também oscila. Em 2002, Hausmann descobriu que - assim como outros traços "femininos" - a tendência da mulher de usar ambos os lados do cérebro se torna mais evidente quando os níveis de estrogênio e progesterona aumentam a cada mês. Uma vantagem possível é que esses turnos permitem mais flexibilidade de pensamento.

"Quando pessoas têm um padrão diferente em seus cérebros ao longo do mês, com eles se tornando mais ou menos lateralizados, isso pode levar a diferentes estratégias de como resolver um problema específico", diz Hausmann. "Então as pessoas que dependem mais do lado esquerdo podem solucionar problemas de uma maneira mais lógica, e as pessoas que usam mais o hemisfério direito devem se apoiar mais em processos holísticos quando tentam resolver uma tarefa".

A próxima vez que alguém perguntar se você está na TPM, você pode dizer que sim - mas isso não é necessariamente uma coisa ruim.

Fonte: BBC via G1 (Link)

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

FICAR PERTO DE PESSOAS QUE SÓ RECLAMAM ESGOTA NOSSAS ENERGIAS

FICAR PERTO DE PESSOAS QUE SÓ RECLAMAM ESGOTA NOSSAS ENERGIAS



Pessoas que só reclamam podem sugar toda a sua energia. Esteja alerta!
Os problemas são uma parte natural da vida, acontecem conosco, nossos amigos, entes queridos, até mesmo com as pessoas que consideramos incrivelmente sortudas.Frequentemente, as pessoas em nossas vidas compartilham suas reclamações sobre algo ou alguém conosco. Por um lado, isso é natural, elas estão buscando uma maneira de aliviar a tensão. Por outro lado, no entanto, se convivemos a todo momento com pessoas que apenas reclamam, nossas energias acabam se esgotando.Mostrar preocupação é bom e saudável, mostra para as pessoas que nos importamos com sua felicidade. Entretanto, precisamos também pensar em nós mesmos, em como a convivência constante com a negatividade pode nos prejudicar.Estabelecer limites não é fácil. Não queremos que nossos amados nos percebam como egoístas ou insensíveis. Portanto, para evitar os conflitos, é importante ser capaz de identificar as situações tóxicas, compreender como elas podem influenciar nossas vidas e lidar com elas de forma sábia.

Porque é vital evitar as reclamações
Muitas vezes, as pessoas que vivem um padrão constante de reclamação enxergam a si mesmas como vítimas da situação, e não tomam uma atitude para mudar suas vidas.Por muito tempo, nos sentimos tristes pelos infortúnios da outra pessoa, e buscamos muitas maneiras de ajudá-la a superar suas dificuldades. No entanto, com o passar do tempo percebemos que o problema não está no resto do mundo, mas sim na própria pessoa, na maneira como ela resolve se comportar diante da vida.

O que acontece conosco quando ouvimos constantemente as reclamações de alguém
As pessoas viciadas em reclamar possuem a habilidade de criar sentimentos de pena nos interlocutores, que, muitas vezes, começam a perceber os seus problemas dessas pessoas como seus próprios.Isso, além de sugar uma grande quantidade de energia dessas pessoas, muda sua atitude. Dessa maneira, sua felicidade e realização começa a depender de como seus amigos “reclamões” estão se saindo na vida.

Sentimentos como frustração, culpa e tristeza começam a ser presente na vida dessas pessoas, resultando em alterações hormonais no cérebro que causam consequências negativas como:
- Desequilíbrio emocional
- Dificuldades para resolver problemas próprios
- Deterioração da concentração
- Pensamentos negativos

O que fazer para evitar os “reclamões”?
Essas pessoas não sabem lidar com as fases difíceis da vida e vivem em um estado constante de frustração e culpa, usando suas energias para reclamar, ao invés de buscar solucionar seus problemas. Você pode sim fazer sua parte para ajudá-las, mas é importante manter em mente sua própria qualidade de vida.Se perceber que suas tentativas de ajudar são em vão, o melhor a fazer é afastar-se e se concentrar no seu próprio sucesso.

Abaixo estão listados 4 comportamentos que nos ajudam a nos afastar dos reclamões:
1. Mantenha uma distância saudável
Quando você perceber que essas pessoas estão tentando manipulá-lo com seu comportamento de vítima, escolha manter uma distância saudável para não ceder a seus comportamentos tóxicos

Se você se recusar a ouvir suas queixas constantes, elas perceberão que você não está disposto a receber suas energias negativas.

2. Seja franco com a pessoa sobre sua situação
Algumas pessoas só aprendem suas lições através da sinceridade. Então, se você chegou no seu limite, seja franco em relação à atitude da outra pessoa, mostrando que ela tem total responsabilidade sobre sua vida e sua situação atual.Tente não absorver as questões pessoais dessa pessoa para si mesmo. Todos somos responsáveis pelas nossas próprias vidas.

3. Não demonstre “fraqueza”
Não se esqueça: na maioria das vezes, você estará lidando com um manipulador. Dessa maneira, é fundamental manter-se sério e firme em sua posição.Certamente você sentirá empatia pela pessoa, mas mantenha o controle e transfira a ela a responsabilidade por sua própria vida.

4. Defina limites
Você tem direito a seu espaço pessoal. É você quem define até onde essa pessoa vai com suas reclamações. Defina limites e não permita que sua compaixão o faça perder o controle.Se for necessário, coloque um ponto final na situação. Afinal, a responsabilidade de cuidar de sua saúde emocional e mental é apenas sua.Você tem alguma pessoa reclamona em sua vida? Não permita ser afetado por sua negatividade! Siga os passos acima e cuide de sua qualidade de vida!



texto O Segredo

quinta-feira, 14 de junho de 2018

31 dicas de Saúde show

As 31 melhores dicas de saúde dos últimos tempos…

(Fonte: Revista VIP Abril)


Elaboramos o manual de cabeceira mais útil que você já leu! Assim você pode curtir até o fim do ano, de boa...


31 dicas de saúde para você se prevenir contra males comuns do dia a dia, manter a forma, mandar o estresse pra longe, comer bem, transar bem… Vamos nessa?

Mude alguns hábitos


1. Beba duas taças de vinho tinto por dia ajudam o coração a trabalhar melhor.

2. Troque o cigarro pela piscina. Há provas de que pessoas tensas e agressivas correm mais risco de sofrer um ataque do coração. Como o estresse é inevitável, evite combatê-lo fumando mais e tomando litros de café. O melhor é praticar natação ou correr.

3. Transe bastante. É isso mesmo! Alguns cientistas americanos garantem que sexo regular aumenta a expectativa de vida em até uma década.

4. Arrume uma esposa. Estudos científicos recentes sugerem que a presença da mulher na vida do homem é saudável. Pesquisas garantem que divorciados sofrem mais estresse, além de beber e fumar mais. Sem contar que o homem casado transa até cinco vezes mais no mês que o solteiro.

5. Coloque um sorriso no rosto. Estudo feito nos Estados Unidos envolvendo 600 homens e mulheres concluiu que os mais deprimidos e agressivos têm dez vezes mais possibilidade de sofrer um ataque do coração do que uma pessoa de bem com a vida.

6. Coma frutas. Coma uma fruta pelo menos uma vez por dia. Frutas têm vitaminas, açúcar natural, minerais, fibras e pouquíssima gordura.

7. Coma peixes. Especialmente, atum, salmão e sardinha. Eles têm pouca gordura e são ricos em proteína. Além disso, possuem uma gordura que aumenta seu colesterol bom.

8. Evite usar muito sal. Comece lentamente a eliminar o sal e vá cortando cada vez mais. Ele retém líquidos no organismo e aumenta a pressão sanguínea. Portanto, se você tem pressão alta, isso é mais que uma recomendação: é questão de viver mais ou menos.

9. Fuja dos vícios. Álcool e cigarro, a princípio, ajudam a relaxar. Com o passar do tempo, a relação se inverte. O álcool passa a gerar mais ansiedade e o tabaco acaba tornando-se uma dependência não só química, mas psíquica

10. Modere no açúcar. Não existem evidências suficientes que relacionem o açúcar diretamente aos problemas cardíacos. Mas todo mundo sabe que o açúcar faz você ganhar peso e isso não é bom para o coração.

Acabe com o estresse do dia a dia


11. Pare: Saber fazer pausas durante seu dia é determinante para a produtividade e para evitar o acúmulo de estresse. Nessa situação, é mais importante a qualidade do que a quantidade. “É melhor parar por um minuto, esquecer as tarefas e respirar fundo, do que uma interrupção de meia hora em que você continua pensando nos seus problemas”, Ana Maria Rossi, psicóloga e presidente da filial brasileira da International Stress Management Association (Isma-BR).

12. Cultive os relacionamentos: Em momentos de crise pessoal, ter companhia de confiança no trabalho e na esfera particular é imprescindível. “Um par de ouvidos é essencial para tirar os problemas da mente”, explica a psicóloga.

13. Alimente-se de maneira saudável: Ficar muito tempo sem se alimentar pode causar um efeito reverso no fim do dia: à noite, comer demais ou um jantar muito pesado pode prejudicar seu sono. Procure fazer três refeições diárias e lanches durante o dia.


Mantenha a boa forma… com ela!


Você nunca tem tempo para nada e, quando tem, não quer “perdê-lo” malhando. Afinal, por que acordar cedo para correr se a cama está tão quentinha ao lado dela? É por isso que namorar ou viver a dois, meu caro, engorda.

Por outro lado, se exercitar faz muito bem para saúde. Como resolver esse empasse? Que tal propor para a gata malharem juntos?

“Um incentiva o outro e a atividade física pode virar parte da rotina”, afirma a professora de treinamento funcional Thais Rodella, coordenadora técnica da Team Nogueira Vila Leopoldina, em São Paulo. Veja, portanto, a série que Thais preparou para vocês fazerem em dupla.

14. Membros superiores. Em pé, pés afastados, peguem um no punho do outro. Flexionem o joelho e estendam os braços. Repita o movimento com as mãos nos ombros do outro. Faça 5 vezes alternadas.

15. Membros inferiores. Sentados de frente, você afasta as pernas e ela apoia os pés no seu joelho. Ela o segura pelo cotovelo e puxa os braços, trazendo-o à frente por 30 segundos. Faça 3 vezes cada um.

16. Abdominal com agachamento. Deite-se, eleve as pernas e segure no tornozelo dela, que está em pé. Ela empurra seu pé (não toque o chão) e faz agachamento. Volte ao início. São 3 séries de 15, trocando de posição.

17. Elevação de quadril. Ela deita, pés no chão e afastados, e eleva o quadril. Você, em pé, empurra ele para baixo, fazendo sobrecarga, e alonga-se, estendendo os joelhos. São 2 séries de 10 (troquem posição).

Previna-se de…



18. Dor nas costas. 75% dos problemas de dores nas costas podem ser evitados exercitando os músculos abdominais.

19. Ressaca. Evitar beber 50 chopes é uma opção, mas, se já for tarde demais, tente isso: antes de dormir, coma mel com torradas ou cream crackers. No dia seguinte, evite carne vermelha, preferindo frutas. Tome muita água.

20. Colesterol alto. Um dente de alho toda manhã pode diminuir seu colesterol em 10%. (O.k.: e aumentar sua distância de algumas mulheres.)

21. Pedras nos rins. Beba pelo menos oito copos de água por dia, limite o consumo de sal e tome leite magro.

22. Câncer na próstata. Coma tomates ou beba muito suco desse fruto (sem vodca, espertinho!). Três ou quatro copos de suco de tomate por semana diminuirão os riscos do câncer de próstata em 34%. Suspeita-se de que o licopeno, substância encontrada nesse fruto, impeça a multiplicação de células cancerígenas.

23. Sono pesado na segunda de manhã. Por maior que seja a tentação, evite dormir até tarde no domingo. Dessa forma, você acerta seu “relógio biológico” e não será tão difícil acordar no dia seguinte.

24. Câncer no intestino. Se você tem mais de 40 anos, faça um exame de fezes. A presença de sangue pode indicar a existência de um tumor — que talvez nem seja cancerígeno, mas é melhor prevenir.

25. Úlcera. Pesquisas realizadas por cientistas ingleses sugerem que a banana-da-terra (aquela que se come cozida) possui substâncias que aumentam as defesas do estômago. Coma a banana madura, cozida e sem açúcar.

Perca barriga para…


26. Fugir da Diabetes Tipo 2. A gordura visceral fabrica substâncias que atrapalham funções do organismo e migra de lá para o fígado, que produz mais glicose. Ela também libera ácidos graxos livres, que impedem a ação correta da insulina e faz com que sobre glicose no sangue. Isso pode causar diabetes tipo 2.

27. Transar mais. A gordura visceral mais os altos níveis de colesterol e triglicérides causam a perda da ereção e do tesão. Isso porque provocam a queda da produção de testosterona, diminuindo o desejo sexual.

28. Segurar a onda. Alterações na pressão e nas taxas de açúcar são uma porta para casos de depressão. Sim, isso mexe até com a atividade cerebral, na medida em que os níveis de colesterol podem atrapalhar a síntese de neurotransmissores que regulam a sensação de bem-estar.

Coma o que gosta sem detonar a saúde


29. Substitua refrigerante por água com gás misturada com sucos de frutas. E nem pense em trocar o refri normal por zero. Apesar de não ter calorias, a bebida tem até quatro vezes mais sódio que a versão normal.

“Já a água hidrata e os sucos são fonte de vitaminas, minerais e fibras”, diz Paula Castilho, diretora da consultoria em nutrição Sabor Integral, em São Paulo.

30. Aprenda a fazer uma falsa milanesa. Alimentos empanados e fritos, além de perderem nutrientes, ficam encharcados de gordura saturada (literalmente).

Em vez de preparar a milanesa tradicional – passando o ingrediente no ovo e na farinha de rosca e, depois, mergulhar no óleo quente – besunte com maionese, revista com flocos de aveia e asse no forno. Além de não perder o sabor, você consegue diminuir as calorias da refeição.

31. Coma doces em momentos estratégicos, como depois de se exercitar (para repor o glicogênio dos músculos e do fígado) e após o almoço (as fibras de alimentos reduzem a velocidade da absorção do açúcar no sangue).

E vá de sobremesas à base de frutas, como compota de abóbora com coco, pêssego em calda e salada de frutas. Você ameniza a fissura por açúcar e ainda se abastece com vitaminas.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Os 10 Alimentos Para Tratar a Anemia Rapidamente

Os 10 Alimentos Para Tratar a Anemia Rapidamente

Os 10 Alimentos Para Tratar a Anemia Rapidamente são uma forma natural de tratar esse problema.  Além disso, nem todos sabem, mas alguns problemas de saúde podem ser facilmente controlados e tratados apenas como uma boa reforma na alimentação. Um desses problemas em que os alimentos são peça chave para a recuperação é a anemia.

Como causa mais comum, a anemia acontece pelos baixos níveis de ferro. Por isso é de extrema importância a procura por alimentos que devolvam ao corpo o ferro perdido e além disso que sejam ricos em vitamina B12, ácido fólico e vitamina C.

Para combater a anemia, é necessária a ingestão da vitamina B12 e C, pois estas auxiliam na maior absorção do ferro. É possível encontrá-las em vegetais de cor verde escura, como por exemplo, espinafre, rúcula, brócolis e couve. Além disso, uma alimentação rica em alimentos de carne vermelha, como fígado de boi, de proteína de alto valor biológico ajuda a prevenir a doença e manter o corpo saudável.

Então Confira agora os 10 Alimentos Para Tratar a Anemia Rapidamente:

1. Leguminosas:
As leguminosas são uma das maiores fontes naturais de ferro, por isso são chaves para Tratar a Anemia. O feijão, a lentilha, a soja, o grão de bico, entre outros, oferecem até 5 mg de ferro em uma xícara.

2. Lentilhas:
As lentilhas são uma das variedades de leguminosas que mais oferecem benefícios aos pacientes para Tratar a Anemia. Seu conteúdo de ferro facilita o controle da produção de glóbulos vermelhos e, ao mesmo tempo, reduz as dificuldades circulatórias.

3. Espinafre:
Espinafre é um vegetal muito popular que deve estar presente na lista de alimentos bons para Tratar a Anemia. Ele é uma rica fonte de cálcio, vitaminas A, B9, E e C, ferro, betacaroteno e fibras. O espinafre pode ajudar na saúde geral do seu corpo. Verifica-se que metade de uma xícara de espinafre cozido contém 3,2 mg de ferro, o que representa cerca de 20% da exigência de ferrodiária para o corpo.

4. Melaço
Uma colher de sopa de melaço contém 3,2 mg de ferro, por isso, pode ser um ótimo alimento para ser consumido no dia a dia. Você pode adicionar melaço na preparação de alguns pratos e aumentar sua ingestão diária de ferro.

5. Nozes:
As nozes são alimentos bons para Tratar a Anemia, pois são ótimas fontes de ferro e te ajudam a aumentar facilmente os níveis do mineral em seu corpo. O pistache é a melhor fonte de ferro, já que contém 15 mg de ferro em 100 gramas. Você pode carregar um punhado de pistache e damasco na bolsa e consumir nos intervalos entre as refeições, no lanche da manhã ou da tarde.

6. Romã:
A romã é uma das frutas que mais contêm ferro e vitamina C, e por isso é um dos alimentos bons para anemia. Ajuda a melhorar o fluxo de sangue no corpo e também é muito eficaz para Tratar a Anemia, como fraqueza, tonturas, cansaço e até mesmo perda de audição.

7. Tomate:
A vitamina C é o principal ingrediente presente no tomate, juntamente com o licopeno.
A vitamina C nos tomates ajuda na fácil absorção do ferro. Tomate também é rico em betacaroteno e vitamina E e, consequentemente, ajuda na manutenção e saúde do cabelo e da pele.

8. Manteiga de Amendoim:
A manteiga de amendoim é uma rica fonte de ferro. Tente incluir manteiga de amendoim em sua dieta diária. Se você não gosta do sabor, pode pensar em comer um punhado de amendoins torrados todos os dias, pois da forma natural eles também são alimentos bons para Tratar a Anemia.

9. Beterraba:
Devido ao alto teor em ferro, a beterraba também é ótima para combater a anemia. Uma boa forma de a utilizar é misturando este vegetal nas saladas ou então fazer sucos, que devem ser tomados diariamente. Veja como fazer suco de beterraba.

10. Aveia:
Duas colheres de sopa de aveia podem oferecer até 4,5 mg de ferro para o organismo. É recomendável adquirir farinha de aveia fortificada, já que ela tem uma quantidade extra de vitaminas do complexo B.

O conteúdo deste artigo foi extraído do www.saudedr.com.br que é um site de informações sobre emagrecimento saudável e diversas dicas sobre saúde.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Aulas on line



Olá pessoal ...

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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Saúde e uso do celular



Como minimizar os efeitos na saúde do tempo que passamos na frente do celular e de outras telas
É cada vez mais difícil limitar o tempo que dedicamos a esses dispositivos; segundo psicólogos e oftalmologistas, há malefícios para a saúde física e mental.


O uso desmedido de novas tecnologias preocupa especialmente entre os mais jovens (Foto: Getty Images via BBC)

Passamos o dia inteiro olhando para telas: do celular, do computador - pessoal e do trabalho -, da TV, do tablet, do GPS, do caixa eletrônico.

E é cada vez mais difícil calcular (e limitar) o tempo dedicado a essas telas.

A intromissão das redes sociais nas nossas vidas tampouco ajuda. Passamos horas por dia checando nosso Facebook, Instagram e outras plataformas. Utilizamos o WhatsApp de maneira constante.

"As preocupações sobre o dano produzido por passar tempo demais diante da tela - sobretudo usando as redes sociais - aumentaram", diz Amy Orben, que investiga os efeitos das redes sociais nas relações humanas na Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Mas quanto tempo é muito tempo?


Julgamento pessoal

"Estabelecer uma quantidade saudável de tempo diante da tela não é uma tarefa fácil", afirma Orben.

"Há experiências negativas, mas isso não significa que o uso da tecnologia, em termos gerais, seja prejudicial. É complicado afirmar sobre como ela afeta as diferentes pessoas."

Para a doutora em psicologia experimental, definir uma quantidade correta de tempo para telas e redes sociais depende do "julgamento pessoal" de cada um.

Um estudo que Orben e outros pesquisadores da Universidade de Oxford fizeram para a Unicef (o órgão das Nações Unidas para a infância) em 2017, em que examinaram 120 mil jovens de 15 anos do Reino Unido, verificou que o aumento do número de horas em frente à tela usando redes sociais e outras ferramentas estava vinculado a uma melhora do bem-estar, "possivelmente porque reforçam as amizades".

"As tecnologias digitais parecem ser benéficas para as relações sociais do jovens, embora o impacto nos níveis de atividade física seja inconclusivo."

Substituir atividades vitais pela tela tampouco é bom, assegura ela. Mas não há uma norma definida sobre um limite.

A psicóloga afirma que o tempo frente à tela pode ser comparado à ingestão de açúcar. "Em geral, a gente concorda que açúcar demais é ruim para a saúde. Mas o efeito depende de outros fatores, como o tipo de açúcar e a pessoa. O mesmo se aplica às redes sociais."

"Por enquanto, temos que confiar nos nossos próprios critérios para decidir quanto tempo dedicamos às redes sociais."


A regra do 20-20-20

Professor de oftalmologia do Weill Cornell Medical College de Nova York, Christopher Starr diz que o tempo excessivo em frente à tela afeta nossos olhos.

"Alguns de nós passamos até nove horas por dia usando dispositivos com telas. Pode ser muito esgotante", escreveu no blog da empresa especializada em "desintoxicação digital" Time To Log Off ("hora de se desconectar"), sediada em Londres.

"Imagina estar em uma academia e segurar um peso durante todo o tempo. Seu bíceps estaria extremamente dolorido nove horas depois. O mesmo acontece com seus olhos. Temos que descansar para aliviar esses músculos."


Passar tempo demais em frente a telas pode prejudicar nossos olhos (Foto: Getty Images via BBC)

Para isso, Starr sugere seguir uma regra chamada 20-20-20.

"Para cada 20 minutos diante de um computador ou dispositivo móvel, temos que olhar em direção a um objeto que esteja a 20 pés (seis metros) de distância durante 20 segundos ou mais. E assim os músculos dos olhos relaxam."

Outros especialistas, como os da Associação Canadense de Oftalmologia, também recomendam essa técnica.

A oftalmologista Breth Lenox explica no site da organização que a 20-20-20 é "uma regra de ouro".

Além de afetar os olhos, passar tempo demais em frente à tela pode atingir outras áreas do corpo, como o pescoço e as costas.


Entre meia hora e uma hora por dia

A psicóloga americana Jean Twenge, da Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia, recomenda reduzir o tempo de uso desses dispositivos - sobretudo no caso das crianças.

Twenge é a autora principal de um estudo que foi publicado em 2017 na revista científica Clinical Psychological Science, da Associação para o Avanço da Ciência Psicológica (APS, na sigla em inglês).

O estudo vincula o aumento do suicídio entre jovens com o tempo que passam usando tecnologias digitais.

"Entre meia hora e uma hora por dia. Esse parece ser o tempo usando dispositivos eletrônicos adequado para a saúde mental dos jovens", diz a especialista.

Segundo seu estudo, os adolescentes nos Estados Unidos passam cinco horas ou mais por dia em frente a seus aparelhos e têm 71% mais probabilidade de ter um fator de risco para o suicídio.

E isso independentemente do conteúdo que consomem, assegura. Quanto maior o número de horas, maiores as possibilidades de sofrer de depressão.

"É uma quantidade de tempo excessiva. Duas horas por dia implica um risco ligeiramente elevado. E com três horas por dia ou mais há um aumento pronunciado entre quem tem ao menos um fator de risco de suicídio."

A norma das duas horas ao dia é o que recomenda também a Academia Americana de Pediatria (AAP, na sigla em inglês) e o Instituto Nacional de Saúde dos EUA, e não se aplica a crianças menores de dois anos.

A medida beneficiaria também os adultos. Twenge recomenda deixar o celular de lado depois dessas duas horas "e passar o resto do tempo fazendo coisas mais benéficas para sua saúde mental e felicidade, como dormir, ficar com amigos e familiares, sair na rua e praticar esportes".



quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Biomédicos Gente Boa é algo sério!

Olá pessoal ...

nos últimos dias, alguns grupos de biomédicos e estudantes de biomedicina foram criados em todos Brasil pelo projeto União do Professor Fredson (referência em ensino em todo país), algo revolucionário que sugeria a união para uma mobilização de melhorias para a profissão de biomédico assim como para o sistema de ensino das áreas da biomedicina, uma ótima ideia.

Acontece que a boa intenção do criador foi aceita por muitos, mas como em conversa particular com o Professor, eu disse que uma reunião tão grande abre portas para "baderneiros" e "revolucionários".

Enfim, após o professor esclarecer sobre o objetivo alcançado do projeto União e a finalização dos grupos estaduais do citado projeto, os moderadores do Grupo SP e o do Grupo MG, sem o conhecimento do professor (que é nosso parceiro e ajudamos na divulgação de suas ideias) citaram o Site Biomédicos Gente Boa como FAKE, cobrei explicações sobre como chegaram nesta conclusão e me excluíram dos dois grupos ...

O Biomédicos Gente Boa nos últimos 4 anos tem ajudado uma infinidade de estudantes e profissionais biomédicos através da disponibilidade de livros, aulas e artigos que somam hoje mais de 7 mil arquivos.

Através dos grupos do WhatsApp, um somente para estudantes, um somente para profissionais formados e um grupo geral tem tirado dúvidas e ensinado muito neste últimos anos.

Então se você ainda não conhece, na seção Downloads - Livros / Documentos você encontra os mais de 7 mil arquivos disponibilizados com a ajuda de todos.

E na seção de grupos de WhatsApp você encontra vários grupos de vários assuntos, incluindo os Grupos ACB que são os mais conhecidos e sérios do país.

Muito obrigado e continuem conosco .... 



segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

O que é a Síndrome de Lynch?

O que é a Síndrome de Lynch, a rara condição genética que pode ser a causa de câncer hereditário

Sempre suspeitei que o câncer de cólon que matou meu pai, aos 50 anos, era de origem hereditária.
Minha avó, mãe dele, também tinha morrido de câncer com uma idade parecida. Eu tinha nove anos na época e me recordo claramente da última coisa que ela me falou: "Ah, não vou ver você crescer".
Quando meu pai foi diagnosticado com a doença no início dos anos 1980, aos 42 anos, pensei que todos nós estávamos condenados a padecer do mesmo mal.

Fizemos de tudo para salvá-lo. A princípio, o câncer foi controlado, mas voltou anos mais tarde. E, apesar da quimioterapia e de todos os outros tratamentos, ele sucumbiu à doença.
Lembro que ele me disse um pouco antes de morrer: "Achei que conheceria meus netos". E as palavras da minha avó também ecoaram em meus ouvidos.


O câncer à espreita
Desde então, existe uma campanha permanente da minha mãe para que nós, seus filhos, façamos exames de colonoscopia periódicos com o objetivo de detectar a tempo possíveis pólipos malignos.

Quando, há pouco mais de um ano, minha irmã mais nova encontrou um tumor, também no cólon, senti pena dela.

Minha pobre irmã, que já teve sua cota de acontecimentos ruins na vida, agora também tinha que conviver com as consequências desse diagnóstico. E comecei a me preocupar: "Quando vai chegar minha vez?".

Por sorte, o câncer dela foi detectado a tempo - e a doença parece estar sob controle.
Mas, além disso, ela fez um exame e descobriu que tem uma condição genética rara: a Síndrome de Lynch.


Mutação rara
O médico Francesc Balaguer, um dos principais especialistas no assunto na Espanha, diz que a síndrome é uma predisposição hereditária a uma série de tipos de câncer, mas especialmente de cólon, do endométrio e do útero.

"Hereditária no sentido de que a pessoa nasce com alterações nos chamados genes reparadores do DNA, o que leva ao desenvolvimento de tumores", explica Balaguer.

Sue Green, da organização britânica de combate ao câncer MacMillan Cancer Support, diz que essa síndrome é a principal causa do câncer de cólon hereditário.

Quem sofre desse mal tem 80% de chance de desenvolver câncer de cólon, em comparação com 2% da população em geral. E uma probabilidade de 70% de ter câncer de útero, segundo a organização.
Balaguer destaca também a propensão a outros tipos de tumores - nos ovários, no estômago, no pâncreas e nos sistemas urinário e biliar -, mas estes são bem menos frequentes.

Uma das características é que o câncer surge precocemente em relação à média de idade de outros pacientes: aos 40-50 anos entre os que sofrem da Síndrome de Lynch.

"Ou seja, se um câncer de cólon é descoberto em alguém mais jovem do que de costume, sempre devemos suspeitar que esse mal pode estar por trás", afirma Balaguer.

Estima-se que entre 2% e 3% dos casos de câncer de cólon estejam ligados à síndrome e, "levando em conta que esse tipo de tumor é mais frequente em países em desenvolvimento, os números absolutos são consideráveis".


Quando acontecerá comigo?
Eu nunca tinha ouvido falar dessa síndrome. Comecei a investigá-la e descobri outros casos no Reino Unido, onde moro.

O mais famoso foi o do jovem Stephen Sutton, que morreu aos 19 anos. Ele tinha um blog que ficou muito conhecido em seus últimos dias e arrecadou fundos para vítimas de câncer.

Sutton não foi diagnosticado a tempo, porque os médicos não suspeitaram que alguém tão jovem poderia ter câncer de cólon.

Segundo Balaguer, "o subdiagnóstico é um dos principais problemas enfrentados com a Síndrome de Lynch".

"Existe um exame relativamente simples, que analisa as proteínas presentes no tumor, para identificar a síndrome em pacientes pertinentes, mas, lamentavelmente, muitas vezes ele não é feito, o que leva a muitas mortes por câncer que poderiam ser evitadas."

Com a informação básica em mãos, me consultei com um médico, que me pediu para fazer um exame genético. A especialista que me atendeu no Guy's and St Thomas' Hospital, em Londres, me explicou do que se tratava a doença e quais seriam minhas opções.

Se fosse portadora da síndrome, deveria me submeter a colonoscopias a cada dois anos pelo menos e teria a opção de retirar meu útero e ovários, além de passar por um procedimento que mata uma bactéria associada ao câncer de estômago.

Esperei pelo diagnóstico por várias semanas com a convicção de que tinha a alteração genética e me preparando para tomar decisões muitos difíceis.

Por sorte, deu negativo. A reação foi de alívio, é claro, mas também de tristeza pela minha irmã e de preocupação com meus outros irmãos que ainda precisam fazer o exame.


E, com isso, desenvolvi uma consciência maior sobre um problema que, se diagnosticado a tempo, pode ser a chave para salvar muitas vidas.

Fonte: BBC.com

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Estudo relaciona excesso de energético a novos males na saúde

Estudo relaciona excesso de energético a novos males na saúde

Uma revisão de estudos publicada na Frontiers in Public Health apresentou novos malefícios do consumo exagerado de bebidas energéticas. Seus efeitos negativos para o sono, ganho de peso e a pressão arterial já eram conhecidos, mas agora o energético também está ligado a vícios, problemas na saúde mental, aumento no risco de diabetes, apodrecimento de dentes e danos no rim.

A quantidade de malefícios do consumo excessivo da bebida é alarmante, e apesar de suas causas ainda não serem totalmente certas, um conhecido vilão é indicado como o responsável: o açúcar. Os energéticos costumam conter uma altíssima quantidade do adoçante, chegando em até 54 g por latinha de 500 ml. Esse número ultrapassa as recomendações diárias da Organização Mundial da Saúde, que indica um consumo de 50 g de açúcar em uma dieta de 2000 kcal por dia.

Uma entrada tão violenta da substância no organismo pode criar certa resistência à sua absorção, já que o pâncreas precisa produzir uma cada quantidade cada vez maior de insulina e, eventualmente, não conseguirá lidar com tanta glicose, viabilizando uma diabetes tipo 2. Altos níveis glicêmicos também podem prejudicar os vasos sanguíneos e nervos, justificando os problemas de rim encontrados na pesquisa.

Um estudo realizado na Coreia do Sul aponta para os danos que a cafeína pode causar, e encontrou laços entre ela e casos de depressão, ansiedade, estresse e insônia. Uma latinha de energético contém, em média, 207 mg da substância – mais da metade do que é considerado “seguro” pelos cientistas coreanos.


A nutricionista Cristiane Perroni endossa os riscos de se consumir bebidas energéticas em excesso, relembrando que sua mistura com o álcool pode ser ainda mais perigosa. Ainda assim, ela não proíbe a ingestão do produto antes do treino: “Não os vejo como vilões se forem utilizados para o objetivo proposto (antes do exercício) e na quantidade devida (uma dose)”.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Hidratação: beber água demais faz mal à saúde?

Hidratação: beber água demais faz mal à saúde?


 Que a hidratação é de extrema importância você seguramente já sabe. Quem corre se depara com com uma série de recomendações para beber bastante água, sobretudo durante e após a prática de exercícios físicos. Mas o que acontece se colocarmos no nosso corpo mais líquido do que necessitamos?

Beber água demais faz mal?


Por que bebemos 2,5 litros de água?
A disseminação da ideia de que beber muita água por dia é necessário começou em 1945, quando o National Research Council, instituto norte-americano de pesquisas científicas, publicou um artigo aconselhando que um adulto deve ingerir oito copos do líquido por dia, algo em torno de 2,5 litros.

O instituto, no entanto, não levava em consideração que o organismo também aproveita outras fontes de água. A melancia, o alface e o tomate, por exemplo, contam com mais de 90% de água em suas composições.

Em 2002, o pesquisador Heinz Valtin decidiu revisar a literatura sobre o assunto na revista American Physiological Society com o artigo “Beba menos de oito copos de água por dia”.


Faz mal?

Uma de suas conclusões é que não existia documentação científica que apoiasse a recomendação para beber em média 2,5 litros de água por dia. Além disso, beber água demais, principalmente em um curto espaço de tempo, pode provocar a hiponatremia, uma diminuição na concentração de sódio na corrente sanguínea.

Cada litro de suor eliminado durante a prática de atividade física faz com que o corpo perca aproximadamente um grama de sódio. Beber grandes quantidades de água pode diluir o sódio presente na corrente sanguínea e levar a um quadro de hiponatremia.
Em entrevista ao jornal espanhol El País, Lluís Serra-Majem, membro do Centro de Investigação Biomédica em Rede e diretor de Estudos Avançados em Hidratação da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, diz que “não é certo que consumir mais água do que o recomendado ajude a emagrecer ou melhore a saúde”.

Segundo ele, tudo depende de um fator simples: a sede. Respeitar o que o corpo perde é um bom caminho. “Tudo depende da sede. O ser humano sobreviveu dos primórdios até o século XXI bebendo apenas por necessidade. Agora bebemos porque temos mais acesso à informação e pensamos em um determinado número de copos de água por dia”, completou.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Tatuagens podem alterar a transpiração e os níveis de sódio do seu corpo, diz estudo

Tatuagens podem alterar a transpiração e os níveis de sódio do seu corpo, diz estudo


Encarada como um grande tabu nas décadas anteriores, a tatuagem já não é mais acompanhada pelo estereótipo marginal de outrora. Há quem diga que não leva muito tempo para que o diferente seja aquele com a pele intacta, não o contrário.

Dados do Sebrae comprovam a popularidade altíssima da tatuagem no Brasil: entre 2009 e 2012, o ramo das agulhas e do piercings cresceu 413%.
Embora a procura por tatuagens seja comum e os pigmentos na pele, cada vez mais aceitos, gravar um desenho no corpo pode ter consequências negativas. A tinta altera o sistema de resfriamento natural do corpo, fazendo com que o indivíduo transpire menos e perca mais sódio, elemento essencial para as trocas celulares. A transpiração, vale lembrar, serve para equilibrar o corpo com o meio externo e ajuda a eliminar substâncias tóxicas.

Um estudo do departamento de fisiologia do Alma College, em Michigan, nos Estados Unidos, investigou qual era a interferência das agulhas no funcionamento das glândulas sudoríparas (de 3 a 5 milímetros abaixo da camada superficial da pele).

Dez voluntários saudáveis, com média de idade de 21 anos e tatuagens nos braços, ombros ou costas de pelo menos 5,2 centímetros quadrados se submeteram a testes para avaliar se existiam alterações no nível de suor. A única condição era que, no canto oposto, a pele não tivesse nenhuma tatuagem (o braço direito tatuado; o esquerdo, não, por exemplo).

Nas áreas tatuadas, 0,18 miligramas de suor por centímetros quadrados foram produzidas por minuto, enquanto 0,35 miligramas foram registrados na pele sem tinta.


A concentração de sódio também foi preocupante: nove entre os dez participantes tiveram teor de sódio maior na transpiração das áreas tatuadas do que nas limpas.   

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Cuidados no Carnaval: como não comprometer seu corpo e seus treinos

Cuidados no Carnaval: como não comprometer seu corpo e seus treinos

Euforia no começo e cinzas ao final. Seja nos tradicionais bloquinhos ou em alguma praia do litoral, o Carnaval costuma vir acompanhado de um tridente que enche o brasileiro de alegria, mas que cobra o seu preço e castiga o corpo de qualquer um: poucas horas de sono, má alimentação e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados no Carnaval.

Para que a sua celebração não deixe, na quarta-feira de cinzas, uma sensação de terra arrasada – ganho de peso ou queda de rendimento nos treinos, por exemplo –, Ativo.com consultou uma equipe de fisiologistas, nutricionistas e treinadores para te ensinar alguns cuidados no carnaval para que você curta a festa com o equilíbrio necessário para não comprometer o seu corpo.

Cuidados no Carnaval: a desidratação no seu corpo após uma bebedeira intensa
Diego Leite de Barros, fisiologista do HCor, alerta para o grande poder de desidratação que tem a bebida alcoólica. Exagerar na cerveja diminui a produção do hormônio antidiurético, encarregado de regular a perda de água no corpo.

Com isso, as pessoas eliminam mais água e urinam mais vezes. Ao mesmo tempo, o álcool, principalmente aliado às altas temperaturas, acelera a produção de suor, gerando ainda mais desidratação.

Como 80% da massa muscular é constituída por água, você já deve imaginar de onde surgem aquelas dores no corpo no dia seguinte a uma bebedeira intensa. A ressaca, associada a náuseas, dores de cabeça, tontura e muita sede, nada mais é do que um reflexo da desidratação provocada pela bebida alcoólica.

Além de diminuir a disposição para a prática de exercícios físicos e aumentar a retenção de líquido – sobretudo nas mulheres, que sentem mais o inchaço –, o álcool inibe a síntese proteica, uma das responsáveis pelo aumento de massa muscular e de força.

“Sei que não dá para simplesmente falar para que não bebam em uma época como essa, mas é preciso ter alguns cuidados no carnaval. Então recomendo que intercalem os goles de cerveja com um outro de água”, fala Barros.

Pouco sono aumenta a busca por alimentos gordurosos
Estar rodeado de amigos e familiares em um ambiente festivo faz com que muita gente durma pouco. As consequências disso vão além da sensação de cansaço. Muito tempo de folia e sono escasso aumentam a busca por alimentos calóricos e gordurosos.

Por mais saudável que seja sua rotina no dia a dia, se você bebeu e dormiu pouco em um dia de Carnaval, o que vem na sequência pode colaborar para o ganho de peso. A chance de você procurar por hambúrgueres e batatas fritas é maior do que a de optar por algo mais leve.

“Quando a pessoa está privada de sono, a tendência é que ela procure alimentos mais calóricos no dia seguinte. Estudos mostram que a ingestão energética em uma pessoa que dormiu pouco é maior. Ela tem mais vontade de consumir alimentos ricos em gordura, em açúcar. Isso pode afetar a composição corporal”, diz a nutricionista Natália Vilela Silva Daniel, mestre em ciências da saúde pela Unifesp.

Os riscos de ganhar peso e jogar seus treinos no lixo
Barros diz que grandes danos ao condicionamento físico de um atleta amador dificilmente serão notados após cinco dias de desequilíbrio na alimentação e no sono. A perda de capacidade cardiorrespiratória costuma surgir após dez dias de deslizes, como indicam as sempre polêmicas férias de jogadores de futebol. Isso, no entanto, não quer dizer que sua performance no esporte não vá cair. Sem tomar alguns cuidados no Carnaval, a possibilidade de ganhar peso e comprometer a parte muscular é real.

“Quanto mais treinada for uma pessoa, mais rápido ela readquire condicionamento físico. Quanto menos treinada, mais ela demora para voltar. É como se a pessoa bem preparada fisicamente tivesse uma espécie de condicionamento reserva”, afirma Gustavo Barquilha, fisiologista e preparador físico da Integralmédica.

Os casos de mal súbito e o que não comer durante a folia
Acumular pouco sono, uma quantidade excessiva de bebida alcoólica, alimentação inadequada e muitas horas de pé em estado de euforia nos bloquinhos pode cair como uma bomba para o seu corpo. Barros cita que os casos de mal súbito são rotineiros no carnaval. Mesmo em pessoas aparentemente saudáveis, trata-se uma perda de consciência que se manifesta de repente e que costuma ser desencadeada por arritmias cardíacas.

Para não “apagar” em pleno Carnaval devido à falta de energia, tente não fugir tanto de suas refeições habituais. Comer muito antes de ingerir bebida alcoólica embrulha o estômago, mas ingerir menos nutrientes que o necessário pode frustrar seus planos para a folia. Mesmo nos bloquinhos, evite grandes intervalos sem se alimentar. Caso esteja na praia, não consuma iogurtes, sanduíches de frango e de patês, queridinhos dos ambulantes que circulam pelas areias. Opte por alimentos que não necessitam de uma temperatura controlada.

Como deve ser feita a volta aos treinos após o Carnaval
Vinte minutos de atividade física são suficientes para eliminar as toxinas durante o feriado, garante o personal trainer Éden Carlos. Mesmo uma caminhada diária ajuda a amenizar os danos ao corpo.

“Cada preparador físico recomenda um tipo de treinamento aos seus atletas. Eu treino os meus alunos de forma intensa antes do carnaval. Depois eu diminuo o ritmo. Durante o o carnaval, quero que eles tenham o mínimo de treino. A minha forma de trabalhar é não falar para que nenhum aluno meu deixe de viver. O período do Carnaval pode ser uma fase recuperativa. Se um atleta teve um carnaval mais moderado, ele já pode voltar aos treinos em seguida de forma intensa, já que está pronto para essa fase. Se o carnaval for intenso, com alimentação ruim, pouco descanso, acabo criando um período de adaptação”, explica Barquilha.

Fonte: Ativo.com

domingo, 7 de janeiro de 2018

Fazer exercício melhora o desempenho sexual, aponta estudo

Fazer exercício melhora o desempenho sexual, aponta estudo

Diminuição do risco de doenças, fortalecimento de ossos, controle do peso e melhora na circulação sanguínea estão entre os benefícios gerados pela prática de atividade física. Mas você sabia que fazer exercício melhora o desempenho sexual?

Essa foi a constatação de um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine, que dividiu 295 pessoas em quatro grupos para provar sua tese. O critério para a separação foi a carga horária de exercícios físicos praticados por cada um na semana: menos de 3 horas, entre 3 e 9 horas, de 9 a 18 horas e mais de 18 horas.


Os pesquisadores observaram que aqueles que se exercitavam de forma mais intensa (acima de 18 horas semanais) tinham melhores ereções e desempenho sexual mais elevado.

Não foi a primeira vez que um estudo associa o exercício físico ao aumento do rendimento sexual. Uma investigação do Electronic Journal of Human Sexuality mostrou que homens e mulheres que praticam atividade física de forma assídua tinham relações sexuais mais satisfatórias.

Mulheres e homens consultados que faziam exercício três vezes ou mais por semana certificavam que a qualidade de suas relações era superior à da média. Ao passo em que a quantidade de exercício aumentava, o mesmo acontecia com o apetite sexual e a satisfação durante o ato.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Saúde: por que os japoneses vivem mais?

Saúde: por que os japoneses vivem mais?


Em 2016, o Japão voltou a bater o recorde mundial em habitantes centenários. São mais de 65 mil japoneses acima dos 100 anos – a maioria deles na ilha de Okinawa, apontada pelo pesquisador e palestrante Dan Buettner como uma das zonas mais longevas do planeta.

Mas por que os japoneses vivem mais?
O que comem?
Como se exercitam durante a terceira idade?

No livro “O método japonês para viver 100 anos”, a jornalista Junko Takahashi reúne testemunhos de japoneses centenários para entender como ter uma velhice saudável e com qualidade de vida – e descobrir por que os japoneses vivem mais.
Uma parte do segredo reside na alimentação e na prática de exercícios físicos. Confira abaixo:



Comer somente o necessário

De acordo com dados da CIA World Factbook, a taxa de obesidade no Japão é só de 5%, contra 33% nos Estados Unidos, 26% na Espanha e 20% no Brasil. A alimentação no país asiático costuma ser rica em carboidratos procedentes de vegetais e baixa em lipídios (gorduras).
Japoneses seguem à risca uma das principais regras para não engordar: combinar os hidratos de carbono com proteína. Cada japonês consome em média 53,68 kg de peixe por ano, mais que o dobro dos Estados Unidos.
Takahashi observa que comer sem pressa e sem exageros ajuda o povo japonês a manter a boa forma. Comer de forma mais lenta, mastigando bem, fazendo três refeições ao dia e sem encher todo o estômago é outra forma de evitar problemas com a balança por lá. Há um antigo ensinamento asiático, o hara hachi bu, que defende a ideia de que devemos preencher somente 80% da capacidade do estômago.

A nação do alongamento conjunto

A atividade física contínua evita a fragilidade extrema em idosos. Trata-se de uma maneira de contribuir para que os músculos não atrofiem. Explica, também, por que os japoneses vivem mais.
Embora uma parcela dos japoneses continue fazendo exercícios depois dos 70 anos, movimentar o corpo é algo comum por lá desde a juventude. Há uma tradição local de fazer alongamentos pela manhã, antes de trabalhar. São exercícios simples e rápidos, que melhoram a flexibilidade, aceleram o metabolismo, ajudam na circulação sanguínea e, consequentemente, ajudam a emagrecer.
Um importante grupo de comunicação do país, a NHK, lançou, em 1928, um programa matinal de rádio que mobiliza o povo a fazer uma ginástica padronizada.
Em quase 90 anos, os exercícios do Rádio Taiso sofreram poucas alterações. A música que embala a ginástica é exatamente a mesma. O alongamento é comum até nas fábricas do país, mesmo em setores que não envolvem questões físicas.

Cabeça ocupada

Japoneses vivem mais porque continuam ativos na terceira idade, seja trabalhando ou com atividades que mantêm suas cabeças ocupadas. Hobbies ao ar livre, como esportes e jardinagem, ajudam na absorção de vitamina D, importante para que o cálcio seja assimilado pelo corpo e para afastar o risco de sofrer com a osteoporose.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Atividade física na gestação: conheça os riscos e benefícios

Atividade física na gestação: conheça os riscos e benefícios


A atividade física na gestação é uma prática muito recomendada por ginecologistas e obstetras, mas não é todo tipo de exercícios que grávidas podem fazer.

Um estudo realizado por cientistas da Universidade do Sul da Dinamarca, por exemplo, mostra que esportes de alta intensidade e jogos com bolas triplicam os riscos de interrupção da gestação. O perigo observado pelos pesquisadores dinamarqueses se estende às mulheres que se exercitam mais de sete horas por semana.

No entanto, quando praticada de forma moderada, a atividade física na gestação é vista não só como forma de prevenção de complicações da gravidez — a exemplo da diabetes gestacional, que acomete cerca de 4% das mulheres grávidas –, como também pode estimular o parto normal, reduzindo as chances de ter de recorrer à cesárea

A prática de exercícios durante a gestação, principalmente quando está aliada a uma dieta balanceada e rica em nutrientes, também pode ajudar no desenvolvimento do feto, garantindo que ele cresça de forma saudável dentro do útero.

Qual atividade física na gestação é recomendada?
Alongamentos, hidroginástica e exercícios de baixa intensidade são sugeridos para que as mulheres grávidas não tenham riscos e cheguem saudáveis à reta final da gestação. O ganho excessivo de peso costuma ser um dos maiores receios das gestantes, e neste sentido a prática de atividade física pode ser muito útil e trazer ótimos resultados.

Segundo os médicos, é normal ter um acréscimo de 12 a 14 kg durante a gravidez, mas alguns exercícios leves podem ajudar no controle do ganho de peso, além de contribuir para o fortalecimento muscular – principalmente na hora de evitar dores nas costas – e na diminuição do inchaço no corpo.

“A mulher não deve se tornar atleta durante a gravidez. Os exercícios dependem do grau de condicionamento em que ela se encontra. Atividade física na gestação é viável do limiar de exercício que ela está fazendo para baixo”, diz Guto Tomé, personal trainer da Fitsport, academia localizada em São Paulo.

Exercícios de alta intensidade, ainda segundo o instrutor, devem ser evitados. Para se ter uma ideia, Kim Kardashian, ícone da moda e referência para milhões de jovens mundo afora, foi levada às pressas a um hospital de Los Angeles no início de 2013 com medo de ter sofrido um aborto e recebeu dos médicos a recomendação de que pegasse mais leve na prática de atividade física.

O pilates e a ioga, apesar de terem ganhado fama nos últimos anos pelos benefícios à postura, costumam ser recomendados apenas para as mulheres que já os praticava antes da gravidez, uma vez que forçam o abdômen e podem representar um esforço físico desnecessário para quem não está habituada.

Fonte: Ativo.com

 
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